O PAPA NOMEIA O PE. ALBERTO VERA BISPO AUXILIAR DE XAI-XAI

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31Mar2015
| Escrito por Assis

O PAPA NOMEIA BISPO AUXILIAR DE XAI-XAI O PE. ALBERTO VERA

com muita alegria que venho comunicar a todos os diocesanos e visitadores do nosso site e do nosso blog que S. Santidade o Papa Francisco dignou-se nomear o Reverendo Pe. ALBERTO VERA ARJULA, Delegado do Superior Provincial dos Padres Mercedrios e Proco da Parquia de N. S. das Mercs de Xai-Xai para BISPO AUXILIAR DE XAI-XAI.

O Pe. ALBERTO VERA ARJULA, nasceu em Aguilar do Rio Alhama, Provncia de Logronho, na Espanha, aos 8 de Abril de 1957.
Foi ordenado sacerdote aos 22 de Agosto de 1981.


Em Moambique foi Proco da Parquia de N. S. do Livramento na Matola e Coselheiro da Critas de Maputo; desde 2013 Proco da Parquia de N. S. das Mercs em Xai-Xai.

 

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30Mar2015
| Escrito por Assis

DOMINGO DE RAMOS NO GURUE: cELEBRAO DA PAIXO E DA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE


O Domingo de Ramos foi celebrado solenemente na Diocese de Gur, com a Celebrao da Paixo do Senhor nas nossas comunidades e com a Celebrao da Jornada Mundial da Juventude.
Na Parquia da S Catedral a bno dos Ramos teve lugar na Capelinha de S. Antnio com a participao de numerosos fiis. Dai partiu a corresponde Procisso at Catedral, que demorou que demorou uma hora e 45 minutos. Seguiu a Solene Celebrao da Eucaristia com a leitura da Paixo do Senhor.

Na parte da tarde, os jovens das trs Parquias da Sede, Santo Antnio, S. Carlos Lwanga e Capelania S. Bernardo entraram-se com D. Francisco para comemorar a Jornada Mundial da Juventude. Os jovens, que encheram a catedral, escutaram a reflexo do Sr. Bispo sobre o tema proposto pelo Papa Francisco na sua Mensagem para este dia e estabeleceram um interessante dilogo com o prprio Bispo, D. Francisco.


Para animar encontro, cada grupo juvenil das referidas parquias apresenta algumas actividades recreativas, nomeadamente uma pea teatral e cnticos corais. No fim, os jovens quiseram homenagear o Sr. Bispo com alguns presentes.

HOMILIA E D. FRANCISCO NA MISSA DO DOMINGOS DE RAMOS

A liturgia deste ltimo Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egosmo e o pecado fossem vencidos. A cruz apresenta-nos a lio suprema, o ltimo passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos prope: a doao da vida por amor.

A primeira leitura (Is 50, 4-7), apresenta-nos um profeta annimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das naes a Palavra da salvao. Apesar do sofrimento e da perseguio, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristos viram neste servo a figura de Jesus.

quem este servo ?;: ele a Palavra de Deus feita carne, que oferece a sua vida para trazer a salvao/libertao aos homens A vida de Jesus realiza plenamente esse destino de dom e de entrega da vida em favor de todos; e a sua glorificao mostra que uma vida vivida deste jeito no termina no fracasso, mas na ressurreio que gera vida nova.

Jesus, o servo sofredor que faz da sua vida um dom por amor, mostra aos seus seguidores o caminho: a vida, quando posta ao servio da libertao dos pobres e dos oprimidos, no perdida mesmo que parea, em termos humanos, fracassada e sem sentido. Temos a coragem de fazer da nossa vida uma entrega radical ao projecto de Deus e libertao dos nossos irmos Temos conscincia de que, ao escolher este caminho, estamos a gerar vida nova, para ns e para os nossos irmos?

. A segunda leitura (Filip 2, 6-11), apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogncia, para escolher a obedincia ao Pai e o servio aos homens, at ao dom da vida. esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos prope.


Os valores que marcaram a existncia de Cristo continuam a no ser demasiado apreciados no nosso tempo e na nossa sociedade. De acordo com os critrios os grandes ganhadores no so os que pem a sua vida ao servio dos outros, com humildade e simplicidade, mas so os que enfrentam o mundo com agressividade, com auto-suficincia e fazem por ser os melhores, mesmo que isso signifique no olhar a meios para passar frente dos outros. Como pode um cristo conviver com estes valores?

a ns pedido, nestes ltimos dias antes da Pscoa, um passo em frente neste difcil caminho da humildade, do servio, do amor: ser possvel que, tambm aqui, sejamos as testemunhas da lgica de Deus?

Os acontecimentos que, nesta semana, vamos celebrar garantem-nos que o caminho do dom da vida no um caminho de perdedores e fracassados: o caminho do dom da vida conduz ao sepulcro vazio da manh de Pscoa, ressurreio. um caminho que garante a vitria e a vida plena.

O Evangelho (Mc 14, 1 - 15,47), convida-nos a contemplar a paixo e morte de Jesus: o momento supremo de uma vida feita dom e servio, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egosmo e escravido. Na cruz, revela-se o amor de Deus esse amor que no guarda nada para si, mas que se faz dom total.

Celebrar a paixo e a morte de Jesus contemplar Deus a quem o amor tornou frgil Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites e fragilidades, experimentou a fome, o sono, o cansao, conheceu a mordedura das tentaes, experimentou a angstia e o pavor diante da morte; e, estendido no cho, esmagado contra a terra, atraioado, abandonado, incompreendido, continuou a amar.


Contemplar a cruz onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus significa assumir a mesma atitude que Ele assumiu e solidarizar-Se com aqueles que so crucificados neste mundo: os que sofrem violncia, os que so explorados, os que so excludos, os que so privados de direitos e de dignidade

Olhar a cruz de Jesus significa denunciar tudo o que gera dio, diviso, medo, em termos de estruturas, valores, prticas, ideologias; significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens; significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor

Um dos elementos mais destacados no relato da paixo a forma como Jesus Se comporta ao longo de todo o processo que conduz sua morte
A angstia e o pavor de Jesus diante da morte, o seu lamento pela solido e pelo abandono, tornam-nO muito humano, muito prximo das nossas debilidades e fragilidades. Dessa forma, mais fcil identificarmo-nos com Ele, confiar nEle, segui-lO no seu caminho do amor e da entrega. A humanidade de Jesus mostra-nos, tambm, que o caminho da obedincia ao Pai no um caminho impossvel, reservado a super-heris ou a deuses, mas um caminho de homens frgeis, chamados por Deus a percorrerem, com esforo, o caminho que conduz vida definitiva.

A solido de Jesus diante do sofrimento e da morte anuncia j a solido do discpulo que percorre o caminho da cruz. Quando o discpulo procura cumprir o projecto de Deus, recusa os valores do mundo, enfrenta as foras da opresso e da morte, recebe a indiferena e o desprezo do mundo e tem de percorrer o seu caminho na mais dramtica solido. O discpulo tem de saber, no entanto, que o caminho da cruz, apesar de difcil, doloroso e solitrio, no um caminho de fracasso e de morte, mas um caminho de libertao e de vida plena.

   

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27Mar2015
| Escrito por Assis

SOLIDARIEDADE EM TEMPOS DE PENRIA. INUNDAES 2015. QUADRO GERAL


DIOCESE DE GURUE

Comisso ad hoc Solidariedade em tempos de emergncia

Informaes recebidas sobre os efeitos causados pelas abundantes chuvas e fortes ventos que assolaram as povoaes da Diocese de Gur nos meses de Janeiro a Maro de 2015.

QUADRO GERAL

N
Parquia
Mortes
Casas Destr.
Escolas
Capelas.
Outros
01
N.S. Conceios. Invinha
7
489
5
27
Machambas
02
S. Jos . Lioma
6
25
10
18
Machambas
03
S. Pedro Claver. Muiane
5
20
2
5
Estr. E Pont.
04
Bt. Anaurite. Mugulama
2
78
12
2
Machambas
05
Bto Bakhanja. Muagiua
4
410
6
11
Pontecas 10
06
Rainha Mundo. Malua
3
167
6
19
Pontes 1
07
N-Ftima. Muliquela
15
1.570
12
24
Pontes 7
08
S. Tiago. Namarri
12
328
7
10
Pontes 2
09
N. S. Ftima. Molcue
9
167
6
19
Pontes 1
10
S. Bernardo. Gur
~~
10
2
4
Pontes 3
11
S. Antnio. Gur
~~
10
1
2
Machambas
TOTAIS
63
3.205
69
139
----------


Secretaria da Diocese de Gur, 27 de maro de 2015

+ Francisco Lerma Martnez

Bispo de Gur

 

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15Mar2015
| Escrito por Assis

NaDiocese de Gur foi criada a nova Parquia de S. Carlos Lwanga, a segundaparquia da zona urbana e sub-urbana.

Hoje, 15 de Maro, tomou possedareferida Parquia o Pe. Francisco Bellini, dos sacerdotes do Sarado Corao de Jesus.

Nasseguintes Parquias tomaram posse os novos Procos:

1.-Parquia de S. Paulo Apstolo de Naburi, o Pe. Maganisto Leno Motemiua, que foi transferido da Parquia de Santa Cruz de Molumbo;

2.-Parquia de Cristo Rei de Mualama, o Pe. Francisco Mquina, transferido da Parquia de Mualama;

3.- Parquia do Bom Pastor, o Pe. Francisco Mquina, que j trabalhava como Vigrio Paroquial.

Em todas as referidas Tomadas de Posse foram presididas por D. Francisco lerma, Bispo da Diocese, acompanhado pelo Pe. Agostinho Vasconcelos, Secretario Diocesano.

   

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