D. ANTÓNIO JULIASSE É O NOVO BISPO AUXILIAR DE MAPUTO

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03Mar2019
Actualizado em 04 Março 2019 | Escrito por Assis

 

D. ANTÓNIO JULIASSE É O NOVO BISPO AUXILIAR DE MAPUTO

Dom António Sandramo é o novo bispo auxiliar da Arquidiocese de Maputo

D. ANTÓNIO JULIASSE  É O NOVO BISPO AUXILIAR DE MAPUTO.

Ate agora, D. António era Pároco da Catedral de Chimoio e Vigário Geral da Diocese. Nascido aos o1 de Janeiro de 1970, foi ordenado sacerdote aos 28 de Junho de 1998.

Nomeado Bispo auxiliar de Maputo pelo Papa Francisco, foi dagrado Bispo no passado 17 de Fevereiro na Catedral de Chimoio e no Domingo 3 de Março do corrente ano, foi apresnetado como Bispo Auxiliar de Maputo, na Catedral de Maputo, durante a Eucaristia prsidida por D. Francisco Chimoio, Arcebispo de Maputo.

 

3ª FEIRA - VIII SEMANA - T C - ANOS ÍMPARES - VIII SEMANA - 5 MARÇO 2019

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01Mar2019
| Escrito por Assis

 

 

3ª FEIRA - VIII SEMANA - T C - ANOS ÍMPARES - VIII SEMANA - 5 MARÇO 2019

Primeira leitura: Ben Sirá 35, 1-12

Ben Sirá é simultaneamente um ritualista e um moralista, isto é, um homem apegado ao culto e apegado à Lei. Uma vez que vê o cumprimento da Lei como culto a Deus, podemos dizer que predomina nele o espírito do culto:

«Aquele que observa a Lei faz numerosas oferendas;oferece sacrifício salutar o que guarda os preceitos» (v. 1).

Nos versículos seguintes, o autor sagrado documenta um profundo conhecimento dos diferentes actos de culto com que se honrava a Deus.

Com a afirmação «a oblação do justo enriquece o altar, e o seu perfume sobe ao Altíssimo. O sacrifício do justo é aceitável» (vv. 5-6ª), Ben Sirá relaciona o compromisso ou santidade de vida com o rito de oferta no templo, antecipando e satisfazendo aquela exigência de unidade/comunhão da pessoa que Mateus afirmará de maneira categórica:

«Se fores, portanto, apresentar uma oferta sobre o altar e ali te recordares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão; depois, volta para apresentar a tua oferta» (Mt 5, 23s.).

Ao mesmo tempo, o autor sagrado, apela para a generosidade nas ofertas ao Senhor, lembrando Ex. 23, 15:

«ninguém se apresente diante de mim de mãos vazias»,

porque «o Senhor retribuirá a dádiva, recompensar-te-á de tudo, sete vezes mais» (v. 7). O homem sábio experimentou repetidamente que, com Deus, nunca ficamos a perder.

Evangelho: Marcos 10, 28-31

O discurso de Jesus, depois do colóquio com o homem rico, deixou os discípulos apavorados. Pedro toma a palavra para tentar clarificar a confusão que se abatera sobre todos: que será de nós que «deixámos tudo e te seguimos»? (v. 28).

Jesus garante-lhes que Deus não se deixa vencer em generosidade. Acolherá na vida eterna aqueles que, deixando tudo, O seguem; mas também lhes permite usufruir, desde já, da riqueza dos seus dons, e está com eles para os apoiar nas perseguições.

Marcos faz uma lista detalhada dos bens de que os discípulos podem, desde já, usufruir, e conclui com a máxima sobre os primeiros e os últimos no Reino (cf. Mt 19, 30; 20, 26; Lc 13, 30). Há que estar atento contra as falsas seguranças, e empenhar-se num permanente esforço de conversão.

Uma leitura superficial dos textos bíblicos, que a liturgia de hoje nos oferece, pode induzir-nos em erro e levar-nos a concluir que a nossa relação com Deus é semelhante à que podemos ter com um banco: depositamos determinada soma e, no devido tempo, vamos levantar os juros. Na primeira leitura o rendimento seria sete vezes maior do que o depósito.

No evangelho, os ganhos seriam a cem por cento. Mas, obviamente, não estamos a fazer uma boa leitura dos textos.

O Sábio oferece-nos uma catequese completa sobre os sacrifícios. O piedoso israelita não deve descuidar as oblações prescritas na Lei. Os sacrifícios de animais, no Templo, devem ser feitos com generosidade e alegria: «não regateies as primícias das tuas mãos. Faz todas as tuas oferendas com semblante alegre, consagra os dízimos com alegria» (vv. 7b-8).

Mas demora-se a explicar que a vida é mais importante do que as vítimas. O mais importante é construir uma relação interior com o Senhor. É esse o objectivo principal da Lei. Mas há que estar atentos ao próximo, porque o bem que se faz aos outros também é sacrifício agradável a Deus. Dar esmolas equivale a um sacrifício de louvor a Deus.

O evangelho mostra-nos os Apóstolos que aderiam a Jesus e O seguem. Também aqui, como no texto de Ben Sirá, se trata de entrar em comunhão com Alguém. O que mais vale é a oferta da nossa vida, na fidelidade à vontade de Deus, na generosidade em seguir os seus ensinamentos. A oferta de um qualquer dom é apenas epifania da oferta de nós mesmos

Fonte:

Adaptação local de um texto de F. Fonseca em “dehonianos.org/portal/liturgia/”

   

SEGUNDA-FEIRA - VIII SEMANA -T C M - ANOS ÍMPARES -

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01Mar2019
| Escrito por Assis

 

SEGUNDA-FEIRA - VIII SEMANA -T C M - ANOS ÍMPARES -

4 MARÇO 2019

Primeira leitura: Ben Sirá 17, 20-28 (gr. 24-29)

Ben Sirá, hoje, trata um tema de importância vital: o arrependimento e o perdão. Não é fácil arrepender-se nem é facil perdoar. Mas são atitudes indispensáveis na nossa relação com Deus e com os outros.

O arrependimento nasce da consciência de que, no nosso modo de pensar e de agir, há sempre algo de incorrecto. Todos nos sentimentos sujeitos a pecar e mesmo pecadores. Que fazer? A palavra de Deus é clara:

«Converte-te ao Senhor, deixa os teus pecados» (v. 25).

A conversão consiste em deixar de pecar e em voltar-nos para Ele, em regressar ao seu amor. O pecador é incapaz de louvar o Senhor, porque a sua vida é semelhante à dos que «jazem nas trevas e sombras da morte». Um salmista pede a Deus que o livre da morte para que, continuando a viver, tenha oportunidade de O louvar (Sl 88, 11-13).

Deus oferece o seu perdão ao pecador que se arrepende. Trata-se de um dom da misericórdia divina, pois o homem pecador a nada tem direito.

Evangelho: Marcos 10, 17-27

O diálogo entre Jesus e o homem rico é referido pelos três sinópticos. Mas a versão de Marcos apresenta alguns pormenores interessantes: o homem ajoelha-se diante de Jesus (v. 17); Jesus verifica que se trata de um homem religiosamente sincero e, por isso, sente afeição por ele e fala-lhe (v. 21); tendo ouvido as palavras de Jesus, o homem ficou de semblante anuviado e retirou-se pesaroso (v. 22).


Jesus está a caminho de Jerusalém. A pergunta deste israelita praticante é séria. Mas Jesus apresenta-lhe uma proposta mais vasta: despojar-se dos seus bens e aderir à comunidade dos discípulos. Assim daria prova da sinceridade com que buscava a vida eterna.

Mas o homem, que «tinha muitos bens» (v. 22), não é capaz de dar essa prova. Jesus aproveita a ocasião para sublinhar que as riquezas são um grave obstáculo para entrar no reino de Deus, porque impedem de centrar o coração e os afectos em Deus, de tender para Ele, que é o fim de todos e cada um dos mandamentos e prescrições.

Os discípulos ficam espantados, pois sabem que Jesus não quer uma comunidade de esfarrapados Mas o Senhor repete a afirmação servindo-se da riqueza metafórica oriental: «É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus» (v. 25).

«Quem pode, então, salvar-se?» (v. 26), perguntam os discípulos. Então, Jesus acrescenta: «Aos homens é impossível, mas a Deus não; pois a Deus tudo é possível» (v. 27). É a «teologia da gratuidade», característica do segundo e evangelho, e em consonância com o pensamento paulino (cf. Rm 11, 6; Ef 2, 5; 1 Cor 15, 10; etc.).

Jesus coloca-se numa posição oposta ao «automatismo farisaico», que supunha que o cumprimento de certas regras de pobreza assegurava a vida eterna. Mas nada deve ser absolutizado. Só Deus é absoluto.

A libertação do pecado e das riquezas é fundamental para acedermos a valores superiores. Sem essa libertação não alcançamos à «vida eterna».


Mas não é fácil libertar-nos do pecado, dada a nossa grande fragilidade. Há que estar conscientes dela, para, cada dia, pedir perdão ao Senhor, implorar a sua misericórdia, e estar sempre dispostos a recomeçar. "Hoje começo!", dizia um santo, cada manhã.

O homem moderno tem dificuldade em pedir perdão, porque, devido aos seus grandes progressos científicos e tecnológicos, se julga auto-suficiente. Fecha-se em si, faz-se medida de si mesmo, tem por bem o que lhe parece bem, se procurar qualquer referência fora de si mesmo. Desse modo, bloqueia o caminho espiritual, ficando impedido de regressar ao Pai.
O evangelho propõe a libertação das riquezas.

O homem de que nos fala Marcos quer encontrar o caminho para a «vida eterna». Mas está enredado nas suas riquezas. Jesus convida-o a desfazer-se delas, não destruindo-as, mas dando-as aos pobres, prometendo-lhe «um tesouro no céu». Mas o homem não consegue dar esse passo. Pensa no que deixa e não na riqueza que é seguir Jesus: deixa tudo o que tens; «depois, vem e segue-me» (v. 21).

Mais importante do que o que deixamos, é Aquele que seguimos, com quem partilhamos a vida e a missão. A proposta de Jesus consiste em entrar, desde já, no Reino e de ter, desde já, um tesouro nos céus. Mais que tudo, é a proposta de uma vida de intimidade com o Senhor: «vem e segue-me».

As riquezas deste mundo podem tornar-se um obstáculo para escutar Jesus e segui-lo. O Senhor reconhece que, deixar essas riquezas, não é fácil: «Quão difícil é entrarem no Reino de Deus os que têm riquezas!» (v. 23).

Mas, Ele mesmo, nos aponta o remédio para as nossas dificuldades em desapegar-nos dos bens: «Aos homens é impossível, mas a Deus não; pois a Deus tudo é possível» (v. 27).

Com a graça do Senhor, tantos cristãos sacrificaram tudo, incluindo a própria vida, para seguir Jesus e Lhe ser fiel nas perseguições. Tantos outros deixaram tudo para se consagrarem na vida religiosa e sacerdotal:

«a Deus tudo é possível!».

Com a graça de Deus, podemos libertar-nos do pecado e das riquezas, e seguir Jesus pelo caminho por onde nos quiser chamar.

Cristo, lembram-nos as Constituições (n. 44), «convida-nos à bem-aventurança dos pobres no abandono filial ao Pai» (cf. Mt 5, 3). Viver esta bem-aventurança é permitir a Cristo viver a Sua pobreza em nós, com a sua mansidão, aflição, paz, misericórdia. É deixar «viver... Cristo» em nós (cf. Fl 1, 21), é garantir a posse do «tesouro escondido», e da «pérola de grande valor», que é o próprio Cristo das bem-aventuranças, vividas na nossa vida.

Por isso, de acordo com as Constituições (n. 44), «recordaremos o seu insistente convite: "Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres; depois vem e segue-Me» (Mt 19,21)" (n. 44).

Fonte:

Adaptação local de um texto de F. Fonseca em “dehonianos.org/portal/liturgia

 

ACTIVIDADES DIOCESANAS PARA O MES DE MARÇO 2019

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28Fev2019
| Escrito por Assis

 

ACTIVIDADES DIOCESANAS PARA O MES DE MARÇO 2019

01.03.19:

Reunião dos Consultores Diocesanos na Casa Diocesana.

02.03.19.

- De manhã, Abertura do Ano Académico da Extensão de Gurúè da UCM;

- De tarde: no Seminário S. José, encontro do Bispo com os alunos do Seminário

03.03.19: Encontro/retiro para  jovens na Casa Diocesana

05-07.03.19: Diálogo do Sr. com os agentes da pastoral e com membros das Comissões diocesanas.

07.03.19.

Quarta Feira das Cinzas: Na Sé Catedral, Celebração Penitencial com o Início da Quaresma.

10.03.19.

Na Quase Paróquia (Capelania) Beato Isidoro Bakhanja, tomada de Posse do novo Pároco Pe. João Ernesto Tarua.

13 – 17.03.19:

Na Casa Diocesana, Encontro de formação organizado pela CIRMO diocesana.

16.03.19:

- De manhã: 1ª Profissão na Comunidade das Missionárias Capuchinhas.

- De tarde: No Seminário Diocesano, celebração do Padroeiro, S. José.

17.03.19:

Em Lioma, Paróquia de S. José, celebração do Padroeiro, e entronização da nova imagem de S. José.

20 – 21. 03.19.

Na Beira, reunião do Conselho Universitário da UCM.

24.03.19.

9º Aniversário da nomeação de D. Francisco Lerma como Bispo da Diocese de Gurúè.

   

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