A IRMÃ ALICE, SUPERIORA GERAL DAS IRMAS DE CRISTO CRUCIFICADO "MULHER DO ANO 2019"

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05Mar2019
| Escrito por Assis

 

A Irmã Alice Plaza Mazón, Superiora Geral das Irmãs de Cristo Crucificado foi distinguida  pela Região de Múrcia (Espanha), como a "Mulher do Ano 2019",  com motivo do Dia Mundial Da Mulher que se celebra no próximo dia 8 de Março.


As Irmãs Apostólicas de Cristo Crucificado trabalham na Paróquia de S. Tiago Maior, no Distrito de Namarrói, Diocese de Gurúè, e Província da Zambézia, onde tem uma Escolinha e colaboram nas actividades pastorais da Paróquia.


A comunidade está formada actualmente pelas seguintes Irmãs:

Irmã Conceição del Toro López, Irmã Angelita Cárceles López e Irmã Patrícia Ayllón.

 

QUINTA-FEIRA DEPOIS DAS CINZAS - 7 Março 2019

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05Mar2019
Actualizado em 06 Março 2019 | Escrito por Assis

 

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QUINTA-FEIRA DEPOIS DAS CINZAS - 7 Março 2019

Primeira leitura: Deuteronómio 30,15-20

Os desterrados de Israel são convidados a reflectir sobre as causas da sua sorte, a acolher novamente a aliança do Senhor com todas as suas exigências e a abrir-se à esperança.

Para ser mais incisivo, o autor sagrado recorre à contraposição dizendo que se trata de uma escolha entre a vida e a morte, entre o bem e o mal, entre a bênção e a maldição. Há que fazer uma opção responsável, com todas as suas consequências. O céu e a terra são testemunhas dessa opção (v. 19).

A vida é um dom de Deus, mas também é participação no seu ser (c. 20). Deus é Aquele que vive e faz viver. Há que estar unidos a Ele no amor e na obediência aos seus preceitos. Esses preceitos não têm outra finalidade que não seja a de nos ajudar a percorrer os seus caminhos (v. 16) e a alcançar a sua promessa (v. 20) de vida e de bênção.

Evangelho: Lucas 9, 22-25

Jesus anuncia, pela primeira vez, a necessidade da sua paixão aos discípulos, que acabavam de Lhe referir a opinião do povo sobre Ele e de proclamar a sua fé. Jesus reserva este ensinamento a um pequeno grupo de discípulos, os mais íntimos.

Mas a todos ensina o caminho a seguir por quem pretende tornar-se seu discípulo. De acordo com os costumes de então, quem decidia tornar-se discípulo de um rabi, caminhava seguindo os seus passos.

Àqueles que o querem seguir, Jesus apresenta o caminho da abnegação, do sofrimento e da morte, o caminho da cruz. Era frequente, sob a dominação romana, que um condenado carregasse o braço transversal da cruz desde o lugar da condenação ao lugar da execução. Tratava-se, pois, de uma imagem tremendamente realista: seguir a Cristo era viver como condenados à morte pelo mundo, prontos a enfrentar o desprezo de todos. Mas é a morte de Jesus, a sua cruz, que nos dá a vida verdadeira. Por isso, há que estar prontos a perder tudo, que de nada serve, se não alcançarmos a vida.

A primeira leitura apresenta-nos Deus que, com afecto paterno, respeitando-nos e querendo o nosso bem, nos apresenta dois caminhos, aconselhando-nos a escolher o bom:

«Coloco hoje diante de ti a vida e o bem, a morte e o mal... Ordeno-te hoje que ames o SENHOR... que andes nos seus caminhos, que guardes os seus mandamentos, preceitos e sentenças. Assim viverás, multiplicar-te-ás e o SENHOR, teu Deus, te abençoará na terra em que vais entrar para dela tomar posse» (w. 15-16).

A vida consiste em amar o Senhor, em observar os seus preceitos, em ser dócil à sua palavra. O mal consiste em seguir os caprichos do coração ... E leva à morte:

«Se o teu coração se desviar e não escutares, se te deixares arrastar e adorares deuses estranhos e os servires, declaro-vos hoje que morrereis ... » (VII. 16- 17).

Deus avisa-nos, mas não nos obriga a obedecer-lhe. Ninguém, como Ele, respeita a liberdade que nos deu. Quero que O sirvamos, mas por amor e, por isso, livremente: «Escolhe» (v. 19).

Mas, como deseja o nosso bem, quase nos suplica: «Escolhe a vida para viveres, tu e a tua descendência, 20amando o SENHOR, teu Deus, escutando a sua voz e apegando-te a Ele» (v. 19).

A escolha da vida não é óbvia, porque encerra um paradoxo: Jesus diz que se alcança a vida segundo Deus, que é Deus, renunciando a nós mesmos, carregando a cruz de cada dia, aceitando perder a vida presente por causa d ' Ele.

É seguindo Cristo, de modo radical, até ao fim, que se chega à vida. O seguimento de Cristo implica passar pelo Calvário, pela cruz. Mas é por aí que se chega à ressurreição, que se salva a vida.

O ensinamento de Jesus deita por terra os modelos das velhas religiões.

A grandeza do homem não consiste em transcender a finitude da matéria, subindo à altura do ser do divino (mística oriental), nem consiste em identificar-nos sacramentalmente com as forças da vida latentes na profundidade radical do cosmos (religião dos mistérios), nem é perfeito quem cumpre a lei até ao fim (farisaísmo), nem o que pretende escapar da miséria do mundo, na esperança da meta que se aproxima (apocalíptica) ...

Diante de todos os possíveis caminhos da história dos homens, Jesus apresenta-nos o seu caminho: «Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-me».

Fonte: Adaptação local de um texto de “dehonianos.org/portal/liturgia”

   

CAMINHANDO ENTRE DOIS MESES: NOS FINS DE FEVEREIRO E PRINCÍPIOS DE MARÇO…

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05Mar2019
| Escrito por Assis

 

CAMINHANDO ENTRE DOIS MESES: NOS FINS DE FEVEREIRO E PRINCÍPIOS DE MARÇO…

24.02.2019

PROFISSÃO PERPÉTUA DA IRMÃS DADI DUARTE VILELA


Na Igreja Paroquial da Imaculada Conceição de Invinha, Dominical, D. Francisco Lerma Martínez. Bispo da Diocese, presidiu à celebração da Eucaristia, durante a qual a Irmãs DADI DUARTE VILELA, da Congregação das Irmãs da Imaculada Conceição, fez a sua Profissão Perpétua.

A Imãs Dadi, é natural da Paróquia da Imaculada Conceiçãod e Invinha, e da família do primeiro catequista da antiga Missão de Invinha, o zeloso Catequista Paulo Mucarua. Ele, vindo do Niassa da Paróquia de S. José de Mitúè, enviado pelos Missionários da Consolata a pedido dos Padres Dehonianos em 1948, Faleceu em 1976 e está sepultado no Cemitério Diocesano de Invinha.

Participaram na Celebração litúrgica diversos sacerdotes do clero diocesano e religioso de Gurúè e das Diocese de Nampula e Quelimane, Irmãs da Congregação das Framciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição e das Congregações da Diocese e das dioceses vizinhas, e numerosos fiéis de várias paróquias de Diocese e de fora. Também participaram diversos membros do governo local, municipal, distrital e provincial.

28.02.2019

REUNIÃO DO COLÉGIO DOS CONSULTORES

Convocado anteriormente pelo Bispo Diocesano, na Casa Diocesana, reuniu em Sessão Extraordinária o Conselho dos Consultores Diocesanos.

Como órgão consultivo e representativo do Conselho dos Presbíteros a sua agenda e sessões foram reservadas e confidências, tendo em conta a natureza dos problemas: estado da Diocese, plano diocesano de pastoral, pessoal missionário, economia, da Diocese, saúde de D. Manuel e de alguns sacerdotes, transferências, situação dos seminários, novas congregações; projetos e obras mais urgentes; situação da Rádio Diocesana e nova edição do “Missal dominical em Lomwe”.

Após a discussão de cada um dos assuntos apresentados, foram apresentadas oportunas propostas à consideração do Bispo. Uma vez examinadas, o Sr. Bispo comunicará o que for necessário comunicar publicamente a toda a Diocese.

 

01.03. 2019

I.- ABERTURA DO ANO ACADÉMICO NA EXTENSÃO DE GURÚÈ DA UCM

 

Na passada VI Feira, 01.03.2019, na Casa Diocesana, celebrou-se a Abertura do no Académico 2019, da Extensão do Gurúè da Universidade Católica de Moçambique.

Às 7.30. no Casa Diocesana, concentraram-se os alunos, professores, pessoal auxiliar e convidados à participarem ao evento. A seguir, e presidida por D. Francisco Lerma Bispo da Diocese, celebrou-se a Eucaristia concelebrada pelo Pe. Daniel Raúl, Director da Extensão da UCM de Gurúè; Pe. Agostinho Vasconcelos, Director do Secretariado da Coordenação Pastoral; Pe. Tonito Muananoua, Chanceler da Cúria; Pe. Pedro Esquadro, Pároco da Paróquia N. S. de Fátima de Muliquela; Pe. João Tarua e Pe. Adelino Eduardo Mualicamo, Reitor e Vice-Reitor respetivamente do Seminário Diocesano S. José.

Após a celebração litúrgica, realizou-se a sessão académica com a apresentação do Corpo Académico e alunos para esta Ano Académico que agora começa. Foi também a vez da apresentação dos convidados de honra, as autoridades do Distrito e do Município, da Direcção Distrital de Educação, dos Partidos Políticos e demais representantes das entidades civis como das Unidades básicas da Universidade Católica de Moçambique em Nampula e Quelimane.

A “Lectio Sapientiae” foi a cargo do Prof. Dtr. Alfandega Estêvão Manjoro, Director da Faculdade de Ciências Sociais e Políticas da UCM de Quelimane, sob o título: O Papel da Universidade para a promoção da Solidariedade e Humanização do cidadão moçambicano.

A Extensão de Gurúè da UCM, no seu 6º Ano de funcionamento oferece os seguintes cursos:

Administração Pública, Direito e Contabilidade, Gestão e Administração Educacional, Psicopedagogia e Administração Pública.

Para este ano académico matricularam-se 150 alunos.para a promoção da

II.- INICÍO DO ANO DE FORMAÇÃO E ACADÉMICO NO SEMINÁRIO DIOCESANO DE S. JOSÉ. INVINHA.

D. Francisco encontrou-se com os alunos e formadores do Seminário Propedêutico S. José, Invinha, para dar início ao novo Ano de Formação e Académico de 2019. Teve um encontro com os formadores. A seguir, reuniu com todos os alunos.

Apresentação da nova equipa de formadores e alunos

  1. Pe João Tarua, Reitor.

  2. Pe Adelino Mualicamo, Vice Reitor.

Alunos:

1º Ano: 12

2º Ano 11

3º Ano 8.

A seguir aos encontros, presidiu à celebração da Eucaristia concelebrada pelos novos Formadores Pe. João Tárua, Reitor, e Adelino Mualicamo, Vice- Reitor; pelos anteriores Formadores, Pe. Américo António e Pe Francisco Matias; e pelo Pe. Agostinho Vasconcelos.

Com esta celebração fez-se a Abertura formal do novo Ano de Formação e Académico 2019.

04.03.2019

RETIRO DOS CATEQUISTAS DA PARÓQUIA DE S. ANTÓNIO DA SÉ CATEDRAL DE GURÚÈ.

Na Casa Diocesana, orientado pelo Pe. Tonito Muananoua e com o acompanhamento da Irmã Henriqueta, realizou-se o Retiro de preparação para a Quaresma para os Catequistas da Paróquia de S. António da Sé catedral, com a participação de 50 animadores.

De 05 a 07 03.2019

Organizado e orientado pela ONG moçambicana (Núcleo das Associações Femininas da Zambézia) NAFEZA e ao seu pedido e responsabilidade, realizou-se nas nossas instalações, um seminário sobre: “Revelação da HIV dos cuidadores para os adolescentes”.

NAFEZA é uma organização não governamental moçambicana fundada em 1997; é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos, dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial que luta para a reversão da situação de vida desfavorável da maioria das mulheres frente as desigualdades de género.

Actualmente NAFEZA possui cerca de 63 Associações sedeadas na Província da Zambézia que desenvolvem as mais diversas actividades em áreas como a educação, agricultura, pecuária, HIV e SIDA, Género, Violência baseada no género, meio ambiente sustentável, artesanato, comunicação social e advocacia pelos Direitos Humanos, particularmente da Mulher.

Fonte: A redacção

 

QUARESMA É UM TEMPO ESPECIAL PARA A RECONCILIAÇÃO: CONVERTE-TE E ACREDITA NO EVANGELHO

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04Mar2019
Actualizado em 04 Março 2019 | Escrito por Assis

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QUARESMA É UM TEMPO ESPECIAL PARA A RECONCILIAÇÃO: CONVERTE-TE E ACREDITA NO EVANGELHO

Primeira leitura: Joel 2, 12-18

Joel é provavelmente um sacerdote-profeta, que vive no Templo, depois do exílio. Fiel ao serviço da Casa de Deus, exorta o povo, que passa por uma grave carestia provocada por uma invasão de gafanhotos (1, 2-2, 10), à oração e à conversão .. O próprio culto, no templo, tinha cessado (1, 13.16).

O profeta, que sabe ler os sinais dos tempos, anuncia a proximidade do «dia do sennot», e convida o povo ao jejum, à súplica e à penitência (2, 12.15-17). «Convertei-vos», grita o profeta. O termo hebraico subjacente é schOb que significa arrepiar caminho, regressar ...

O povo que virara costas a Deus, devia voltar novamente o coração para Ele, e retomar o culto no templo, um culto autêntico, que manifestasse a conversão interior. O povo pode voltar novamente para Deus, porque Ele é misericordioso (v. 13), e também pode mudar de ideia e voltar atrás (v. 14).

Um amor sincero a Deus, uma fé consistente, e uma esperança que se torna oração coral e penitente, darão ao profeta e aos sacerdotes as devidas condições para implorarem a compaixão de Deus para com o seu povo.

Segunda leitura: 2 Coríntios 5, 20 - 6,2

«Reconciliai-vos com Deus», é o apelo de Paulo. A reconciliação é possível, porque essa é a vontade do Pai, manifestada na obra redentora do Filho e no poder do Espírito que apoia o serviço dos apóstolos. O v. 21 é o ponto alto do texto, pois proclama o juízo de Deus sobre o pecado e o seu incomensurável amor pelos pecadores, pelos quais não poupou o seu próprio Filho (cf. Rm 5, 8; 8, 32).

Cristo carregou sobre si o pecado do mundo e expiou-o na sua própria carne. Assim, podemos apropriar-nos da sua justiça-santidade. O Inocente tornou-se pecado para nos pudéssemos tornar justiça de Deus. E, agora, o tempo favorável para aproveitar essa graça: deixemo-nos reconciliar com Deus. O termo grego indica a transformação da nossa relação com Deus e, por consequência, da nossa relação com os outros homens. Acolhendo o amor de Deus, que nos leva a vivermos, não já para nós mesmos, mas para Aquele que morreu e ressuscitou por nós (w. 14s.), podemos tornar-nos nova criação em Cristo (5, 18).

Evangelho: Mateus 6, 1-6.16-18

Jesus pede aos seus discípulos uma justiça superior à dos escribas e fariseus, mesmo quando praticam as mesmas obras que eles.: «Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles». Agora aplica esse princípio a algumas práticas religiosas do seu tempo: a esmola, o jejum e a oração. Há que estar atentos às motivações que nos levam a dar esmola, a orar, a jejuar, porque o Pai vê o que está oculto, os sentimentos profundos do coração. Se buscamos o aplauso dos homens, a vanglória, Deus nada tem para nos dar. Mas se buscamos a relação íntima e pessoal com Ele, a comunhão com Ele, seremos recompensados. Se não fizermos as boas obras com recta intenção somos hypokritoi, isto é, comediantes, e mesmo ímpios, de acordo com o uso hebraico do termo.

A Liturgia da Palavra dá-nos, hoje, a orientação correcta para vivermos frutuosa mente a Quaresma, tempo favorável de graça, dia de salvação. Penitência e arrependimento não são caminho de tristeza, de depressão, mas caminho de luz e de alegria, porque, se nos levam a reconhecer a nossa verdade de pecadores, também nos abrem ao amor e à misericórdia de Deus.

O profeta, em nome de Deus, convida o povo a percorrer o caminho da esperança, fazendo penitência; os apóstolos recebem de Deus o ministério da reconciliação; a Igreja repete a boa nova: «É este o tempo favorável~ é este o dia da salvação» (2 Cor 6, 2). Com todo o povo de Deus, somos convidados a arrepiar caminho, a voltar-nos para o Senhor, a deixar-nos reconciliar, a dar a Cristo ocasião de tomar sobre Si o nosso pecado, porque só Ele o conhece e pode expiar.

Renovados pelo amor, podemos viver alegre e confiadamente na presença de Deus, nosso Pai, cumprindo humildemente tudo quanto Lhe agrada e é útil para os irmãos. E a presença do Pai, no mais íntimo de nós mesmos, garante-nos a verdadeira alegria.

Jesus, no evangelho, mostra-nos qual deve ser a nossa atitude quando praticamos obras de penitência (tais como a esmola, a oração, o jejum), e insiste na rectidão interior, garantida pela intimidade com o Pai. Era essa a atitude e a orientação do próprio Jesus em todas as suas palavras e obras. Nada fazia para ser admirado pelos homens. Nós podemos ser tentados a fazer o bem para obtermos a admiração dos outros. Mas essa atitude, por um lado, fecha-nos em nós mesmos, por outro lado projecta-nos para fora de nós, tornando-nos dependentes da opinião dos outros.

Há, pois, que fazer o bem porque é bem, e porque Deus é Deus, e nos dá oportunidade de vivermos em intimidade e solidariedade com Ele, para bem dos nossos irmãos. Estar cheios de Deus, viver na sua presença, é a máxima alegria neste mundo, e garante-nos essa mesma situação, levada à perfeição, no outro.

Façamos nesta Quaresma as obras de penitência que pudermos. Mas façamo-Ias na intimidade e na presença do Senhor, que havemos de procurar na oração, na Eucaristia, na comunidade... Não esqueçamos a ascese, especialmente a que nos é exigida pelo fiel cumprimento dos nossos compromissos com Deus e com os irmãos.

Fonte: adaptação local de um texto de “dehonianos.org/portal/liturgia” para a IV Feira das Cinzas.


 

   

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