PALAVRA VIVA. REFLEXÃO PARA A VI FEIRA DA XIX SEMANA DO TEMPO COMUM

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17Ago2017
| Escrito por Assis

 

A PALAVRA HOJE, PALAVRA VIVA.

Sexta-feira – XIX Semana – Tempo Comum – Anos Ímpares.

Primeira Leitura: Josué 24, 1-13

A jornada de Siquém é o acontecimento mais importante de todo o livro, e assinala uma das datas chave de toda a história bíblica, o nascimento de Israel como povo. A assembleia de Siquém, presidida por Josué, tem como objectivo a conclusão do pacto entre as tribos de Israel e Javé. Tudo acontece num clima de memória, reconhecimento e gratuidade. Josué traça as grandes linhas da história de Israel, sempre presidida por Deus. 

Transmite a memória das obras admiráveis realizadas pelo Senhor, em seu nome, como história feita pelo próprio Deus com os seus servos.

Essa história começa com os antepassados, como Abraão, e chega ao momento presente, em que se vêem realizadas as promessas que foram feitas a ele, o amigo de Deus, o pai na fé. Com uma síntese vertiginosa, recordam os grandes pais e patriarcas na da história do povo: Abraão, Isaac, Jacob e os seus filhos que desceram ao Egipto.

Depois lembra-se a libertação miraculosa do Egipto, como evento chave da história de Deus com o seu povo, a entrada na terra prometida e as dificuldades ultrapassadas contra os habitantes de Canaã. 

Em tudo, o povo deve dar-se conta do amor de predilecção gratuito por parte de Deus. E, com esses sentimentos, termina professando a sua fé, memória histórica das obras de Deus.

Evangelho: Mateus 19, 3-12

As discussões sobre o divórcio são mais velhas que o Evangelho, e tão antigas como o homem. No tempo de Jesus, a questão era polarizada por duas escolas:

a) a permissiva, era do parecer que um homem, que encontrasse uma mulher mais atraente do que a sua esposa, e tivesse problemas por causa disso, podia repudiar esta para voltar a casar com aquela.

  1. b)Os rigoristas entendiam que a excepção do Deuteronómio se referia unicamente ao caso de adultério.

A questão, posta a Jesus pelos fariseus, não é mais do que uma cilada: querem obrigá-lo a tomar posição por uma corrente. Mas Jesus esquiva-se declarando-se contrário ao divórcio. Justifica a sua posição com dois textos da Escritura: Gn 1, 27 e 2, 24. Deus quer que marido e mulher permaneçam unidos como «uma só carne» (Mt 19, 5s.). Não separe o homem o que Deus uniu, mesmo que seja Moisés (v. 6b). 

O matrimónio é um contrato entre duas pessoas, é verdade. Mas, esse contrato também implica a vontade de Deus inscrita na complementaridade dos sexos. O divórcio não tem em conta uma das partes do matrimónio, o próprio Criador.

Na segunda parte do texto, os discípulos, a sós com Jesus, manifestam perplexidade e dificuldade em assumir tão graves responsabilidades do matrimónio. Mas Jesus afirma que só a responsabilidade pela difusão do Reino dos céus torna louvável a renúncia ao matrimónio. 

Nem todos compreenderão as palavras de Jesus. Hão-de compreendê-las «aqueles a quem isso é dado» (v. 11). Trata-se de uma inspiração interior dada aos apóstolos e àqueles que acreditam (Mt 11, 25 e 16, 17).

Talvez estejamos mais habituados a pedir graças ao Senhor do que a agradecer-lhas. Podemos prestar a Deus a homenagem de lhe apresentar os nossos pedidos. Mas também havemos de agradecer. A Sagrada Escritura apresenta-nos muitos exemplos de oração de acção de graças. A memória agradecida das obras maravilhosas de Deus, na história do seu povo, suscita a oração de louvor, bênção, de acção de graças. A oração de bênção dirigida a Deus é memória, ainda antes de ser súplica ou louvor.

A oração dos hebreus começa por ser narração, conta a história de Deus na história dos homens. Pelo contrário, a oração dos pagãos aos seus deuses era súplica interessada, invocação para obter benefícios, porque pouco tinham para narrar sobre coisas feitas pelos seus deuses, em seu favor.

Israel rezava narrando, pondo diante do Senhor e do povo as maravilhas de Deus, as grandes obras feita para Ele. É por isso que o “Credo” de Israel, que hoje escutamos na primeira leitura, é uma narração de obras de Deus. Reunida a assembleia em Siquém, é feita memória das maravilhas de Deus em favor do seu povo, desde Abraão até a tomada de posse da terra. Todas essas obras manifestam a acção de Deus, são sinais da sua fidelidade e do seu amor: 

«Não foi com a vossa espada, nem com o vosso arco. Dei-vos, pois, uma terra que não lavrastes, cidades que não edificastes e que agora habitais, vinhas e oliveiras que não plantastes e de cujos frutos vos alimentais’» (v. 12-13).

As grandes celebrações da Igreja, são memória, louvor, bênção, acção de graças pelas maravilhas de Deus, sobretudo em Cristo e por Cristo, em nosso favor. Mesmo quando celebramos os santos, celebramos as obras admiráveis de que Deus realizou neles e por meio deles.

As obras de Deus foram e são gratuitas. São fruto do seu amor oblativo. Só a partir do princípio da gratuidade de Deus podemos compreender os ensinamentos do evangelho sobre o matrimónio e sobre a virgindade. Ambos, no desígnio de Deus, são projectos de amor. Não são, em primeiro lugar, opções dos homens, mas projecto de Deus, um projecto complementar de duas vocações. Se fossem apenas resultado de escolhas humanas, estariam sujeitas a deformações e às suas veleidades. Assim, quem vive a graça do matrimónio, único e indissolúvel, aceita e respeita a vocação do próprio cônjuge. E, quem vive em virgindade pelo reino de Deus, não o faz por uma escolha egoísta ou por resignação perante a incapacidade de amar. Vive-a, tal como os que casam, a partir de Deus, como opção de amor e de serviço recíproco na comunidade que Jesus veio fundar.

Fonte: resumo e adaptação local de um texto de:

 

A PALAVRA HOJE V FEIRA DA XIX SEMANA DO TEMPO COMUM

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16Ago2017
| Escrito por Assis

 

A Palavra hoje, Palavra viva e eficaz!: Deus continua presente no meio do seu povo.

Quinta-feira – XIX Semana. Tempo Comum

Primeira Leitura: Josué 3, 7-10ª.11.13-17

Desaparecido Moisés, Deus continua presente no meio do seu povo, prosseguindo a obra da salvação, agora com um novo líder, Josué, que introduz o povo na terra da promessa. O livro de Josué narra os acontecimentos, certamente mais lentos e trabalhosos do que o autor sagrado deixa entender. Estes autores sagrados, mais do que historiadores, eram teólogos, e a sua versão da conquista da terra é teológica e profética.

A entrada de Israel na terra prometida é descrita no livro de Josué como uma solene procissão litúrgica, em que a Arca da Aliança, lugar da presença de Deus no meio do povo, ocupa o lugar principal. É sempre Deus fiel que precede e acompanha o seu povo. Ele fala a Josué como antes falava a Moisés. O novo chefe interpreta e transmite a voz de Deus.

Diante da terra prometida repete-se o que aconteceu diante do Mar Vermelho. As águas detiveram-se, e o povo, que acompanha a Arca da Aliança, passa o rio Jordão a pé enxuto. A intervenção miraculosa de Deus marca os dois momentos: a saída do Egipto para a liberdade, e a saída do deserto para a terra onde «corre leite e mel». O Salmo 113, que hoje cantamos como salmo responsorial da liturgia da palavra, junta a memória do Mar Vermelho e do rio Jordão: «À vista disso, o mar afastou-se e o Jordão voltou atrás… Que tens, ó mar, para assim fugires, e tu, Jordão, para retrocederes?» Passando Deus, também passa o seu povo.

Evangelho: Mateus 18, 21-19, 1

Depois de ter falado do modo como a comunidade há-de tratar os irmãos pecadores, e da necessidade de os voltar a ganhar, bem como da oração comum, trata agora do comportamento que há-de ter quem se sentir pessoalmente ofendido pelos outros. O judaísmo já conhecia o dever de perdoar as ofensas. Mas tinha elaborado uma espécie de “tarifário”, que variava de escola para escola. Assim compreendemos a pergunta de Pedro a Jesus: queria saber qual era o seu tarifário, se era exigente como a escola que exigia o perdão até sete vezes (18, 21). 

A resposta de Jesus é dada em fórmula de parábola, que liberta o perdão de qualquer tarifa, para fazer dele o sinal da presença do Reino na terra. A parábola apresenta a figura de um rei e do seu devedor, que lhe devia dez mil talentos. Alguns pormenores evocam o juízo final: o rei, cair aos pés do rei, prostrar-se, ter piedade… A desproporção entre os dez mil talentos e os cem denários, realça as diferenças entre as concepções humanas e divinas da dívida e da justiça. Finalmente, também a pena aplicada ao servo, que durará até que tenha pago tudo, lembra o suplício eterno.

A chave de leitura e de compreensão está no último versículo: «Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar ao seu irmão do íntimo do coração» (v. 35). Deus perdoa-nos se também nós soubermos perdoar. Mas, enquanto a nossa capacidade de misericórdia é limitada, a de Deus é infinita. Há que aproximar da misericórdia de Deus a nossa misericórdia para com os irmãos, porque Deus é extremamente generoso connosco.

Na narrativa da passagem do rio Jordão, o protagonista não é Josué, nem o povo, mas a Arca da Aliança, também chamada “Arca de Deus”, “Arca da Aliança do Senhor de toda a terra”. Graças à Arca da Aliança, o povo consegue passar o rio Jordão, em plena cheia, no tempo das ceifas, como ainda agora acontece. Essa Arca, levada em procissão, e que precede a entrada do povo na terra prometida, fala-nos da presença de Deus no meio do povo e do pacto de amor de Deus com o seu povo.

Este pacto de amor, esta aliança, é iniciativa da superabundante caridade de Deus. Mas exige uma resposta de fidelidade da parte do povo. Essa fidelidade passa pela observância dos mandamentos do amor a Deus e ao próximo, com o mandamentos das tábuas da lei, encerrados na arca, que são como que a presença da fidelidade de Deus. É diante desta presença de Deus que se renovam os prodígios do êxodo.

O elemento decisivo, para vencermos as dificuldades da vida, não são as nossas forças, a nossa boa vontade, mas esta presença de Deus, e a nossa união com Ele. As crises no cumprimento da aliança, por parte de Israel, aconteceu sobretudo pela negligência em observar, seja o amor de Deus seja o amor do próximo. Mesmo quando o povo permanece fiel a ritos que honram a Deus, os profetas censuram a falta de atenção ao próximo, ao órfão, à viúva, aos pequenos. Deus não pede sacrifícios, mas misericórdia.
No Novo Testamento, as exigências de Deus tornam-se ainda maiores e mais positivas. Jesus resume a lei e os profetas no duplo mandamento: «Amarás o Senhor, teu Deus… Amarás o teu próximo» (cf. Mc 12, 30-31). Mais ainda: «amai-vos uns aos outros como eu vos amei» (Jo 15, 12).

O amor é, de facto, exigente. Não se vive o amor sem aceitar sacrifícios, sem aceitar renúncias. Há circunstâncias em que não é fácil amar. Mas o amor é uma exigência e um dom de Deus. Jesus vem a nós para amar. O seu Coração palpita no nosso coração. Por isso, é possível amar. 

Se acolhermos o dom de Deus, não há dificuldades que o amor não ultrapasse. Mesmo perdoar até setenta vezes sete. 

Sentimos uma imensa necessidade de, cada dia, repetirmos o pedido do Pai-nosso: «perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido». Estamos feridos pelo pecado, temos o coração endurecido por causa dele, temos dificuldade em perdoar aos nossos irmãos. Peçamos ao Senhor que Infunda em nós a sua misericórdia, o seu Espírito Santo, que nos cura, nos redime do pecado, nos faz criaturas novas, capazes de perdoar, de amar e ser amados. Assim seremos profetas do amor e servidores da reconciliação.

Fonte: resumo e adaptação local de um texto de:

   

A PALAVRA HOJE, PALAVRA VIVA. IV FEIRA DA XIX SEMANA DO TEMPO COMUM.

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15Ago2017
| Escrito por Assis

 

A Palavra hoje, Palavra viva. Quarta-feira – XIX Semana – Tempo Comum – Anos Ímpares 

Primeira Leitura: Deuteronómio 34, 1-12

Escutamos, hoje, o relato da morte de Moisés. Com ele, termina o Pentateuco, em que Moisés é grande protagonista. O relato é sucinto e sem dramatismos. Os sentimentos do povo e de Moisés já foram referidos noutro lugar (Dt 3, 23-26). O Senhor toma a palavra para apresentar a terra, prova da sua fidelidade a Moisés e ao povo, mas também aos patriarcas que receberam a promessa: Abraão, Isaac, Jacob… Deus é fiel às suas promessas. Depois, acontece a morte e a sepultura de Moisés, «servo do Senhor». Este título fica-lhe bem, porque foi eleito para executar os desígnios de Deus, e porque se entregou completamente a essa missão. A narrativa conclui com um elogio típico dos homens que deixaram marcas na história, mas com as características únicas de Moisés: «com quem o Senhor falava face a face» (v. 10). Ele é o homem dos sinais e prodígios, o homem do êxodo, da páscoa, da libertação e da liberdade. A sua memória fica unida à dos antigos patriarcas. O Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob é também o Deus de Moisés.

Moisés não pôde terminar a grande empresa divina começada com o êxodo do Egipto. Apesar das suas qualidades, e de todas as graças recebidas, não concluiu a missão. Fez a parte principal, deixando a conclusão a Josué. «Esta é a terra que jurei dar a Abraão, Isaac e Jacob. Dá-la-ei à vossa descendência. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela», diz-lhe o Senhor (v. 4). O grande condutor de Israel, pode observar a terra prometida, do alto do monte Nebo, mas morre antes de nela entrar.

Nada no Antigo Testamento é perfeito, nada é pleno cumprimento do projecto de Deus. Há muitas prefigurações, mas nenhuma delas é perfeita. Moisés na libertação do Egipto e na marcha pelo deserto, e Josué na conclusão dessa marcha e na entrada na terra, prefiguraram, um e outro, um aspecto da obra de Cristo: Abel, Isaac, José, David, Salomão e todas as outras prefigurações do Antigo Testamento, onde vemos um aspecto do mistério de Cristo, mas não o mistério na sua totalidade. O mistério de Cristo é tão rico que não pode ser prefigurado por uma só vida humana. Cristo realiza todas as prefigurações, e realiza no seu mistério pascal uma extraordinária síntese de todos os aspectos do plano de Deus.

Evangelho: Mateus 18, 15-20

Jesus continua a tratar das relações dos discípulos com os irmãos, isto é, os pequenos, os pecadores, os colaboradores. A questão central, hoje, é a seguinte: como deve a comunidade cristã comportar-se perante o pecado e o escândalo (18, 3-11), e perante o pecador? 

Mateus já convidou à misericórdia, ao contar a parábola da ovelha tresmalhada. Agora, apresenta um itinerário que leva ao perdão: aproximar do pecador, a sós (v. 15); repreendê-lo diante de duas ou três testemunhas (v. 16); interpelá-lo na assembleia (v. 17). Jesus confere aos seus discípulos um poder especial, para realizar esta pedagogia (v. 18).

O irmão só pode ser condenado quando teimar permanecer no mal, recusando a conversão e o perdão (vv. 15-17). Nesse caso, Deus ratifica o agir da Igreja. 

A correcção fraterna deve ser realizada, com extrema delicadeza e espírito fraterno, num ambiente de união e de oração, que garante a presença do Ressuscitado.

Cristo é a plenitude da graça. Somos chamados a viver unidos a Ele, na fidelidade aos seus ensinamentos, na comunhão com a sua pessoa, na fidelidade ao seu exemplo, especialmente no que se refere ao amor recíproco. Procurando cada um de nós viver assim, criamos uma atmosfera espiritual cheia da presença de Cristo que une, cheia pela certeza de sermos um lugar habitado, ou um espaço teologal onde vive o Ressuscitado. Essa presença assegura a unidade entre o céu e a terra, a eficácia da oração, a alegria do Pai celeste.

A unidade no nome de Cristo garante também a eficácia do nosso testemunha, a eficácia de missão.

 Fonte: resumo e adaptação local de um texto de:

 

COMPANHIA MISSIONÁRIA: PRIMEIRA PROFISSÃO DE ISABEL RODRIGUES FRANCISCO

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14Ago2017
Actualizado em 14 Agosto 2017 | Escrito por Assis

Companhia Missionária: Primeira Profissão de Isabel Rodrigues Francisco.

No Domingo, 13 de Agosto do corrente ano, na Capela da Comunidade em Invinha (Gurúè), a jovem ISABEL RODRIGUES FRANCISCO, fez a 1ª emissão dos Votos no Instituto Secular da Companhia Missionária do Coração de Jesus.

D. Francisco Lerma, Bispo da Diocese, presidiu à Eucaristia que foi concelebrada pelos Padres Agostinho Vasconcelos, Director do Secretariado Diocesano de Pastora; Francisco Matias, Director da Rádio Diocesana e Formador no Seminário S. José; Daniel Raul, Director da Extensão de Gurúè da Universidade de Moçambique; e Pe Rito Alberto, Administrador do Seminário Interdiocesano de Teologia S. Pio X de Maputo.

Estiveram presentes a mãe da jovem Isabel, outros parentes e amigos e vários membros da Companhia Missionária de Nampula, Quelimane e Maputo.

A Companhia Missionária do Coração de Jesus nasceu em Bolonha (Itália), no Natal de 1957, fundada pelo Padre Albino Elegante, sacerdote dehoniano. A Companhia Missionária está presente em Moçambique desde 1968. Os membros são leigas consagradas comprometidas na evangelização e na promoção humana. A espiritualidade do Instituto é fundada na vida de amor e de oblação que se faz comunhão e que nasce da contemplação do mistério do Coração Trespassado de Cristo.

Actualmente estão presentes em Itália, Portugal, Chile, Argentina, Guine- Bissau e Indonésia. Em Moçambique est6ão presentes em Maputo, Nampula, Quelimane e Gurúè (comunidade de Invinha).

   

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