VISITA PASTORAL À QUASE PARÓQUIA DE S. KISITO DO MONTE NAMULI

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14Set2017
Actualizado em 14 Setembro 2017 | Escrito por Assis

 

VISITA PASTORAL Á QUASE PARÓQUIA DE S. KISITO DO MONTE NAMULI

- DE 15 A 22 DE SETEMBRO DE 2017 –

PROGRAMA

15.09.2017. SEXTA FEIRA.

Zona Pastoral de Nawitela.

Comunidades cristãs: Nawitela; Muru; Ehime; Irupi e Núcleo (Centro de Catequese).

Lançamento da primeira pedra para a construção da Igreja.

Crismandos: 96.

16.09.2017. SÁBADO.

Zona Pastoral de Nikau.

Comunidades cristãs: Nikau; Mukomba; Nachele; Natxetxi; e Núcleo (Centro de Catequese) de Mululi.

Encontro com os jovens das Zonas Pastorais de Nawitela, Nikau, Mukunya e Murábwe.

Crismandos: 66.

17.09.2017. DOMINGO.

Zona Pastoral de Mucunha.

Comunidades Cristãs: Mucunha; Muchaua; Niuire; Carimotxo; Murutxo.

Futura Casa Paroquial.

Crismandos: 78.

18.09.2017. SEGUNDA FEIRA.

Zona Pastoral de Murábwe.

Comunidades cristãs: Murábwe; Muhava; Namuala; Namaruma.

Crismandos: 110..

19.09.2017. TERÇA FEIRA.

Dia de reflexão e descanso.

20.09.2’017. QUARTA FEIRA.

Zona Pastoral de Vehiua.

Comunidades cristãs: Vehiua; Mohiua; Nantala; Mucasi; Vocha.

Crismandos: 68.

Encontro com os jovens da Zona Pastoral de Vehiua.

21.09.2017. QUINTA FEIRA.

Zona Pastoral de Sururua.

Comunidades cristãs: Sururua, Mitilili; Mualaripa; Matati; e Impila.

Encontro com os jovens da Zona Pastoral de Sururua.

Crismandos: 134.

22.09.2017. SEXTA FEIRA.

Conselho Pastoral.

Convívio com o Bispo.

 

SUBSÍDIO LITÚRGICO PARA A FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ. 14 DE SETEMBRO.

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13Set2017
Actualizado em 13 Setembro 2017 | Escrito por Assis

Exaltação da Santa Cruz. 14 Setembro

Foi na Cruz que Jesus consumou a sua oblação de amor para glória e alegria de Deus e nossa salvação. É, pois, justo que veneremos o sinal e o instrumento da Redenção.

Esta festa nasceu em Jerusalém e difundiu-se por todo o Médio Oriente, onde ainda hoje é celebrada, em paralelo com a Páscoa. A 13 de Setembro foi consagrada a Basílica da Ressurreição, em Jerusalém mandada construir por Santa Helena e Constantino. No dia seguinte, foi explicado ao povo o significado profundo da igreja, mostrando-lhe o que restava da Cruz do Salvador. No século VI esta festa em honra da Santa Cruz já era conhecida em Roma. Em meados do século VII, começou a ser celebrada no dia 14 de Setembro, quando se expunham à veneração dos fiéis as relíquias da Santa Cruz.

Primeira leitura: Números 21, 4b-9

Nos capítulos 20-21 dos Números são narradas as últimas peripécias dos hebreus no deserto, antes da entrada na terra prometida. O povo murmura porque não tem o que deseja; revolta-se, não suporta o cansaço do caminho (v. 2) por causa da fome e da sede (v. 5). Já não é capaz de reconhecer o poder de Deus, já não tem fé no Senhor que agora vê como Aquele que lhe envenena a vida. Deus manifesta o seu juízo de castigo em relação ao povo, mandando serpentes venenosas (v. 6). Na experiência da morte, os hebreus reconhecem o pecado cometido contra Deus e pedem perdão. E, tal como a mordedura da serpente era letal, assim, agora, a imagem de bronze erguida sobre um poste torna-se motivo de salvação física para quem for mordido.

S. João reconhece na serpente de bronze erguida no deserto por Moisés a prefiguração profética da elevação do Filho do homem crucificado.

Evangelho: João 3, 13-17

O texto do evangelho faz parte do longo discurso com que Jesus responde a Nicodemos, apontando a necessidade da fé para obter a vida eterna e fugir ao juízo de condenação. Jesus, o Filho do homem (v. 13), provém do seio do Pai; é aquele que «desceu do Céu» (v. 13), o único que viu a Deus e pode comunicar o seu projecto de amor, que se realiza na oblação do Filho unigénito. Jesus compara-se à serpente de bronze (cf. Nm 21, 4-9), afirmando que a plena realização do que aconteceu no deserto irá verificar-se quando Ele for elevado na cruz (v. 14) para salvação do mundo (v. 17). Quem olhar para Ele com fé, isto é, quem acreditar que Cristo crucificado é o Filho de Deus, o salvador, terá a vida eterna. Acolhendo n´Ele o dom de amor do Pai, o homem passa da morte do pecado à vida eterna. No horizonte deste texto, transparece o cântico do “Servo de Javé” (cf. Is 52, 13ss.), onde encontramos juntos os verbos “elevar” e “glorificar”. Compreende-se, portanto, que S. João quer apresentar a cruz, ponto supremo de ignomínia, como vértice da glória.

Jesus veio dar cumprimento à história do povo hebreu e à nossa história. Verificamo-lo todas as vezes que lemos a palavra de Deus. De facto, como Ele mesmo afirma, não veio abolir, mas dar pleno cumprimento à Lei. Jesus é Aquele que desceu do céu, Aquele que conhece o Pai, e que está em íntima união com Ele: “Eu e o Pai somos Um” (Jo 10, 30). Jesus é enviado pelo Pai para revelar o mistério da salvação, o mistério de amor que se há-de realizar com a sua morte na cruz. Jesus crucificado é a suprema manifestação da glória de Deus. Por isso, a cruz torna-se símbolo de vitória, de dom, de salvação, de amor. Tudo o que podemos entender com a palavra “cruz” – o sofrimento, a injustiça, a perseguição, a morte – é incompreensível se for olhado apenas com olhos humanos. Mas, aos olhos da fé e do amor, tudo aparece como meio de conformidade com Aquele que nos amou por primeiro. Então, o sofrimento não é vivido como fim em si mesmo, mas como participação no mistério de Deus, caminho que leva à salvação.
Só se acreditamos em Cristo crucificado, isto é, se nos dispomos a acolher o mistério de Deus que incarna e dá a vida por todos; só se nos pomos diante da vida com humildade, livres para nos deixar amar e, por nossa vez, tornar-nos dom de amor aos irmãos, saberemos receber a salvação: participaremos na vida divina de amor.

Celebrar a festa da Exaltação da Santa Cruz significa tomar consciência do amor de Deus Pai, que não hesitou em enviar-nos o seu Filho, Jesus Cristo: esse Filho que, despojado do seu esplendor divino, se tornou semelhante aos homens, deu a vida na cruz por cada um dos seres humanos, crente ou não crente (cf. Fil, 2, 6-11).

A Cruz torna-se o espelho em que, reflectindo a nossa imagem, podemos reencontrar o verdadeiro significado da vida, as portas da esperança, o lugar da renovada comunhão com Deus.

Esta festa mostra-nos o valor do sinal da cruz. É o sinal da salvação.

Fonte: resumo e adaptação local de um texto de “dehonianos.org/portal/liturgia”

   

LITURGIA SEMANAL: SUBSÍDIO PARA A IV FEIRA DA XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM

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12Set2017
Actualizado em 12 Setembro 2017 | Escrito por Assis

Quarta-feira – XXIII Semana –

Tempo Comum – Anos Ímpares

Primeira leitura: Colossenses 3, 1-11.

Depois da tese do morrer e ressuscitar com Cristo, Paulo passa para o campo da moral cristã, que daí decorre. É curioso notar que o Apóstolo não apresenta um código moral muito diferente do que havia de melhor na cultura helenista. A lista dos vícios e das virtudes é semelhante.

Mas há uma diferença fundamental: a dimensão cristológica. O crente forma uma realidade nova em Cristo, participa das vicissitudes de Cristo e, portanto, reveste-se do homem novo, «que não cessa de ser renovado à imagem do seu Criador» (cf. v. 10). A transformação interior exige uma transformação exterior.

A novidade de vida indica o «homem novo», em construção.
A renovação pessoal de cada homem leva à renovação da realidade social. Por isso é que, em Cristo, não existem as habituais discriminações de sexo, de raça, de família, «mas Cristo, que é tudo e está em todos» (v. 11). A transformação interior de cada homem leva à transformação das relações sociais.

Evangelho: Lucas 6, 20-26.

Lucas reduz as bem-aventuranças a quatro, acrescentando os quatro «ai de vós». Tanto as oito bem-aventuranças de Mateus, como as quatro de Lucas, podem reduzir-se a uma só: a bem-aventurança de quem acolhe a palavra de Deus na pregação de Jesus e procura adequar a vida a essa palavra. O verdadeiro discípulo de Jesus é, ao mesmo tempo, pobre, manso, misericordioso, fazedor de paz, puro de coração, etc. Pelo contrário, quem não acolhe a novidade do Evangelho merece todas as ameaças que, na boca de Jesus, correspondem a profecias de tristeza e de infelicidade. O texto de Lucas caracteriza-se pela contraposição ente o «já» e o «ainda não», entre o presente histórico e o futuro escatológico. Obviamente a comunidade para a qual Lucas escrevia precisava de ser alertada para a necessidade de traduzir a sua fé em gestos de caridade evangélica, mas também para a de manter viva a esperança, pela total adesão à doutrina, ainda que radical, das bem-aventuranças evangélicas.

Depois de nos ter convidado a dar abundantes graças a Deus pelos seus dons, – «transbordem em acção de graças» (Cl 6, 7) -, Paulo retira algumas conclusões para a nossa vida de cristãos: «Já que fostes ressuscitados com Cristo, procurai as coisas do alto… Aspirai às coisas do alto» (cf. vv. 1-2). Há, pois, que pensar na felicidade que Deus nos promete no céu. Essa esperança enche-nos de ânimo para vivermos a nossa fé no meio de tantas tribulações. Mas não nos pode fazer esquecer os compromissos terrenos. «As coisas do alto» não são apenas a felicidade futura no paraíso. São, sobretudo, as coisas espirituais de agora, aquilo a que Paulo chama «o fruto do Espírito»: «amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, auto-domínio» (Gl 5, 22s.).

Para o cristão, a vida eterna já começou. A vida com Cristo ressuscitado começa na terra, quando recebemos o baptismo. É por isso que Paulo exorta os Colossenses: «Já que fostes ressuscitados com Cristo, procurai as coisas do alto», procurai, na vida concreta, os verdadeiros valores. Não o dinheiro, o poder, o prazer… Buscai o progresso na comunhão entre todos, o progresso no amor. Procurai a paz. A mansidão vence a violência.

Cada dia havemos de morrer e ressuscitar, viver o mistério pascal com Cristo. Uma parte de nós tem de permanecer na morte, enquanto outra deve desenvolver-se: «Crucificai os vossos membros no que toca à prática de coisas da terra» (v. 5). Entre estas coisas, Paulo refere, em primeiro lugar, a imoralidade na vida sexual. Depois aponta os vícios relacionados com a busca do dinheiro. Finalmente refere tudo o que atenta contra a comunhão fraterna: «contendas, ciúmes, fúrias, ambições, discórdias, partidarismos, invejas» (Gl 5, 20s.). «Não mintais uns aos outros», recomenda (v. 9), porque sois membros do Corpo de Cristo e «vos despistes do homem velho, com as suas acções, e vos revestistes do homem novo, aquele que… não cessa de ser renovado à imagem do seu Criador» (v. 9s.).
O cristão não foge do mundo, mas procura transformá-lo positivamente, inserindo nele os valores verdadeiros.

Paulo não encontra expressões suficientemente fortes para dizer esta força, esta potência divina de que dispomos. Cristo põe-na à nossa disposição, para que possamos vencer o mal e a morte, para que possamos renovar o mundo no amor. O Senhor só nos pede aquilo que Ele próprio nos capacita a fazer. Estejamos sempre abertos para acolher esta força transformadora, recreadora.

Fonte: resumo e adaptação de um texto de "dehonianos.org/portal/liturgia

 

8º DIA DA VISITA PASTORAL Ã PARÓQUIA DE SANTA CUZ DE MOLUMBO. 2ª FEIRA, 11.09.2017

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11Set2017
| Escrito por Assis

 

8º DIA DA VISITA PASTOAL AMOLUMBO. SEGUNDA FEIRA, 11.09.2017.

A concentração dos fiéis foi na comunidade de S. Gabriel de Namarema, situada a 15 kms de Molumbo na Estrada Regional de Molumbo a Milange. Estiveram representadas 25 comunidades pertencentes a cinco Zonas Pastorais. De dois Centros Pastorais.

A.- CENTRO PASTORAL DE NAMAREMA.

I.- ZONA PASTORAL DE NAMAREMA

Comunidades cristãs: S. Gabriel de Namarema; S. Inácio de Antioquia de Milá; S. Isabel de Matxekula; S. José de Kasambia.

II.- ZONA PASTORAL DE NGUZI

Comunidades cristãs: S. Luís Gonzaga de Nguzi; S. António de Nyambwa; S. Tiago de Mangozi; S. Gabriel de Murumbelo; N. S. de Fátima de Nandoa.

III.- ZONA PASTORAL DE NAMASSOKA

Comunidades cristãs: S. João Baptista de Mutxesura; N. S. de Fátima de Namasoka; S. António de Tutxé; S. Pedro Claver de Nambasó.

B.- CENTRO PASTORAL DE MINGUZI

I.- ZONA PASTORAL DE DUALÉ

Comunidades cristãs: Sagrado Coração de Jesus de Dualé; S. Miguel de Minguzi; S. Gabriel de Miwoponi; S. Ant+onio de Mungazi; Santa Maria de Nafuru; S. José de Kolotxane; Santa Maria de Masorone.

II.- ZONA PASTORAL DE MILEVANE

Comunidades cristãs: S. Paulo de Iokwé; Santa Maria de Milevane; N. S. da Anunciação de Masakaripwe; S. João Baptista de Munembo; e S. Miguel de Marokane.

Os confrmados hoje foram 133.

IGREJAS EVANGÉLICAS E INDEPENDENTES e OUTRAS RELIGIÕES PRESENTES NESTA ÁREA GEOGRÁFICA

Igreja Anglicana; Igreja Evangélica de Cristo; Igreja de Cristo; União Baptista Universal; Adventistas do 7º Dia; Testemunhas de Jeová; Igreja Nova Apostólica; Bíblia acreditada; Igreja Etiópica; Igreja do Samaritano; Igreja União na Colheita; Igreja de Deus; Igreja 1º Coro; Igreja do Enviado; Igreja Água Viva; Igreja de Abraão; Igreja Quadrangular; Igreja das Quatro Orações; Congregação Cristã; Igreja Milagre de Deus; Igreja Reformada.

E duas Mezquitas.

MENSAGEM

Na Mensagem que foi apresentada, frisou-se a problemática da consolidação da paz e o problema social do elevado custo de vida e dos baixos preços dos produtos agrícolas cultivados na região (milho, soja, feijão).

INTERVENÇÕES

a.- Irmãs.

As Irmãs Maria Odete e Leontina Pedro, da Congregação da Imaculada Conceição (Diocesanas de Lichinga), falaram das vocações.

b.- Secretariado Diocesano de Pastora.

O Pe. Agostinho Vasconcelos, Director do Secretariado Diocesano da Coordenação Pastoral fou especialmente ao jovens sobre as Jornadas Mundiais da Juventude e sobre a pastoral juvenil em geral.

CATEQUESE DO BISPO

D. Francisco no catequese de hoje falou sobre os três alicerces fundamentais de uma comunidade cristã: 1) A Palavra de Deus que nos leva à fé através da catequese, das homilias e de mais outras formas; 2) A Liturgia, celebração da Eucaristia e dos outros Sacramentos, que nos levam a despertar a nossa Esperança; 3) O Amor fraterno que nos leva a viver dia a dia a fé que professamos e a esperança que celebramos.

   

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