8º DIA DA VISITA PASTORAL. PARÓQUIA N. S. DE FÁTIMA. MOLÓCUÈ. 28.07.2018

PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
28Jul2018
| Escrito por Assis
8º DIA DA VISITA PASTORAL. PARÓQUIA N. S. DE FÁTIMA. MOLÓCUÈ. 28.07.2018 A concentração dos fiéis hoje foi na comunidade de S. António de Táua.
Estiveram presentes as comunidades das Zonas Pastorais de Taua e Namirue. ZONA PASTORAL DE TAUA. Comunidades cristãs: S. António de Táua; N. S. de Fátima de Mulikela; S. Carlos Lwanga de Mukharúa; S. José de Inula; e S. Pedro de Mululi. ZONA PASTORAL DE NAMIRUE. Comunidades cristãs:  S. João Baptista de Inríkue; S. Tiago de Sakone. A comunidade de S. Luís Gonzaga de Namirue, pertencente a esta Zona, este presente na concentração e nas celebrações de ontem na comunidade de Muchiua. Os crismados hoje foram 26. Acompanharam o Bispo o Pe. Francisco Cunlela, Vigário Geral da Diocese; o pe. Alves André Araújo, Pároco da Paróquia N. S. de Fátima; as Irmãs Isabel e Joana, do Instituo Secular “Companhia Missionária do Coração de Jesus; e a jornalista Ovídia dos Santos da Rádio Diocesana. As cerimónias e catequese de D. Francisco foram transmitidas pela Rádio Diocesana de Gurúè. O Bispo, acabadas as actividades na Comunidade de Táua, foi até à comunidade de Inríkue, para visitar as obras inacabadas do Centro Pastoral. No fim da tarde, já na sede da Paróquia, Dom Francisco reuniu com os jovens da Paróquia, Centro Pastoral nº 7. Estavam presentes os grupos juvenis das seguintes Comunidades: Morákue, Mukhaka, Mutxassi, Barragem e da comunidade da sede paroquial. Num ambiente franco, de confiança e alegre os jovens dialogaram com Dom Francisco sobre os problema que mais lhes   preocupam. O Bispo, por sua vez, procurou responder a cada uma das perguntas que lhe foram apresentadas (liturgia, vocacionados e questões relacionadas com a economia) e deu uma orientação geral sobre a pastoral juvenil. O Pe. Francisco Cunlela, Vigário Geral da Diocese, falou aos jovens presentes sobre a opção fundamental que cada um é chamado a fazer para dar sentido à sua vida.
 

6º DIA DA VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. DE FÁTIMA. ALTO MOLÓCUÈ. 26.07.2018

PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
26Jul2018
| Escrito por Assis
6º DIA DA VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. DE FÁTIMA. ALTO MOLÓCUÈ. 26.07.2018 A concentração dos fiéis hoje foi na comunidade cristã de Mancela, na Zona Pastoral de Ekole. ZONA PASTORAL DE EKOLE Comunidades cristãs: Imaculado Coração de Maria de Ekole; S. Luís Gonzaga de Namotxeni; S. Pedro e S. Paulo de Likuar; S. Agostinho de Mulipiua; S. Estêvão de Mancela; S. Pedro Claver de Pilíkue; e S. Mateus de Namurú. Os crismados hoje foram 66 cristãos. As celebrações foram radiodifundidas em directo pela Rádio Diocesana de Gurúè. Acompanham o Bispo: O vigário Geral, Pe. Francisco Cunlela; as Irmãs Ana Palmira, das Missionárias Nercedárias de Barcelona, da comunidade de N. S. de Fátima da Paróquia de Alto Molócue-Sede; a Irmãs Joana, do Instituto Companhia Missionária do Coração de Jesus; e a jornalista Ovídia dos Santos Almédia, da Rádio Diocesana de Gurúè.
   

5º DIA DA VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. DE FÁTIMA.MOLÓCUÈ 25 DE JÚLIO DE 2018

PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
25Jul2018
| Escrito por Assis

 

5º DIA DA VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. DE FÁTIMA.MOLÓCUÈ

25 DE JÚLIO DE 2018

A concentração dos fiéis hoje foi na comunidade Namithi. As comunidades envolvidas formam parte das Zonas Pastorais de Namithi e de Mualili.

ZONA PASTORAL DE NAMITHI

Comunidades cristãs: S. João Baptista de Namithi; S. José de Namaitua; S. Carlos Lwanga de Napolomotxo; e S. Lucas de Nasulu.

ZONA PASTORAL DE MUALILI

Comunidades cristãs: S. João Baptista de Nazine; Bom Pastor de Muroboro; S. Pedro Claver de Mukhoro; S. Norberto de Kaiaia; S. Pedro de Mualili; S. Mateus de Munapo.

Os crismados hoje foram 58.

Na parte da tarde, Dom Francisco visitou o mosteiro da Associação “Pequena Família da Ressurreição”, no monte Rurrupi, nos arredores do Alto Molócuè.

 

 

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B - 22 JULHO 2018

PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
19Jul2018
Actualizado em 19 Julho 2018 | Escrito por Assis

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B - 22 JULHO 2018

A liturgia deste Domingo dá-nos conta do amor e da solicitude de Deus pelas “ovelhas sem pastor”. Esse amor e essa solicitude traduzem-se, naturalmente, na oferta de vida nova e plena que Deus faz a todos os homens.

Na primeira leitura (Jer 23,1-6), pela voz do profeta Jeremias, Jahwéh condena os pastores indignos que usam o “rebanho” para satisfazer os seus próprios projectos pessoais; e, paralelamente, Deus anuncia que vai, Ele próprio, tomar conta do seu “rebanho”, assegurando-lhe a fecundidade e a vida em abundância, a paz, a tranquilidade e a salvação.
Antes de mais, o nosso texto mostra a preocupação de Deus com a vida e a felicidade do seu Povo. Nos momentos conturbados da nossa história (colectiva ou pessoal) sentimo-nos, muitas vezes, órfãos, perdidos e abandonados ao sabor dos ventos e das marés… As catástrofes que afectam o mundo, os conflitos que dividem os povos, a miséria que toca a vida de tantos dos nossos irmãos, os perigos dos fundamentalismos, as mudanças vertiginosas que o mundo todos os dias sofre, a perda dos valores em que apostávamos, as novas e velhas doenças, as crises pessoais, os problemas laborais, as dificuldades familiares trazem-nos a consciência da nossa pequenez e impotência frente aos grandes desafios que o mundo hoje nos apresenta. Sentimo-nos, então, “ovelhas” sem rumo e sem destino, abandonadas à nossa sorte. Por vezes, no nosso desespero, apostamos em “pastores” humanos que, em lugar de nos conduzirem para a vida e para a felicidade, nos usam para satisfazer a sua ânsia de protagonismo e para realizar os seus projectos egoístas.

A Palavra de Deus que nos é proposta neste domingo garante-nos que Deus é o “Pastor” que se preocupa connosco, que está atento a cada uma das suas “ovelhas”; Ele cuida das nossas necessidades e está permanentemente disposto a intervir na nossa história para nos conduzir por caminhos seguros e para nos oferecer a vida e a paz. É n’Ele que temos de apostar, é n’Ele que temos de confiar. Esta constatação deve ser, para todos os crentes, uma fonte de alegria, de esperança, de serenidade e de paz.

Este texto toca-nos a todos, pois todos somos, de alguma forma, responsáveis pelos irmãos que caminham connosco. Convida-nos a reflectir sobre a forma como tratamos os irmãos, na família, na Igreja, no emprego, em qualquer lado… Recorda-nos que os irmãos que caminham connosco não estão ao serviço dos nossos interesses pessoais e que a nossa função é ajudar todos a encontrar a vida e a felicidade.

Na segunda leitura, Ef 2,13-18, Paulo fala aos cristãos da comunidade de Éfeso da solicitude de Deus pelo seu Povo. Reunidos na família de Deus, os discípulos de Jesus são agora irmãos, unidos pelo amor. Tudo o que é barreira, divisão, inimizade, ficou definitivamente superado.

A constatação de que para Deus não há distinções e todos são, igualmente, filhos amados – para além das possíveis diferenças rácicas, étnicas, sociais ou culturais – é algo que nos tranquiliza, que nos dá serenidade, esperança e paz. O nosso Deus é um pai que não marginaliza nenhum dos seus filhos; e, se tem alguma predilecção, não é por aqueles que o mundo admira e endeusa, mas é pelos mais débeis, pelos mais fracos, pelos oprimidos, pelos que mais sofrem.

O que é verdadeiramente importante, na perspectiva de Deus é ter disponibilidade para acolher a vida que Ele oferece e para aderir à proposta de caminho que Ele faz.

A comunidade cristã é uma família de irmãos, que partilham a mesma fé e a mesma proposta de vida. É um “corpo”, formado por uma grande diversidade de membros, onde todos se sentem unidos em Cristo e entre si numa efectiva fraternidade.

 No mundo de hoje subsistem muros . Nós, os discípulos desse Cristo temos o dever de dar testemunho da paz e da unidade e de lutar objectivamente contra todas as barreiras que separam os homens.

O Evangelho (Mc 6,30-34),. Os discípulos de Jesus são as testemunhas do amor, da bondade e da solicitude de Deus por esses homens e mulheres que caminham pelo mundo perdidos e sem rumo, “como ovelhas sem pastor”. A missão dos discípulos tem, no entanto, de ter sempre Jesus como referência… Com frequência, os discípulos enviados ao mundo em missão devem vir ao encontro de Jesus, dialogar com Ele, escutar as suas propostas, elaborar com Ele os projectos de missão, confrontar o anúncio que apresentam com a Palavra de Jesus.
As vítimas da economia global, os estrangeiros que buscam noutro país condições dignas de vida e são empurrados de um lado para o outro, os doentes ,os idosos abandonados pela família, as crianças que crescem nas ruas, aqueles que a vida magoou e que ainda não conseguiram sarar as suas feridas, encontram em cada um de nós, discípulos de Jesus, o amor, a bondade e a solicitude de Deus?

Jesus é que dá sentido à missão do discípulo e que permite ao discípulo, tantas vezes fatigado e desanimado, voltar a descobrir o sentido das coisas e renovar o se empenho.

A comoção de Jesus diante das “ovelhas sem pastor” é sinal da sua preocupação e do seu amor. Revela a sua sensibilidade e manifesta a sua solidariedade para com todos os sofredores. A comoção de Jesus convida-nos a sermos sensíveis às dores e necessidades dos nossos irmãos. Todo o homem é nosso irmão e tem direito a esperar de nós um gesto de bondade e de acolhimento. O nosso coração tem de doer, a nossa consciência tem de questionar-nos, quando vimos um homem ou uma mulher (nem que seja um desconhecido, nem que seja um estrangeiro) ser magoado, explorado, ofendido, marginalizado, privado dos seus direitos e da sua dignidade. Um cristão é alguém que tem de sentir como seus os sofrimentos do irmão.

Fonte: adaptação de um texto de “dehonianos.org/portal/liturgia”

   

Pág. 6 de 196