COMUNICADO DE DOM FRANCISCO LERMA:

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20Mar2019
Actualizado em 20 Março 2019 | Escrito por Assis

COMUNICADO DE DOM FRANCISCO LERMA:

 “SOLIDARIEDADE COM O SOFRIMENTOS DOS IRMÃOS”

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A DIOCESE DE GURÚÈ E AS COMISSÕES SOCIAIS vem por este meio solidarizar-se com todas as pessoas que sofreram a devastação do ciclone IDAI e das gravíssimas inundações em várias Províncias do Centro do Pais, endereçamos as nossas mais sentidas condolências pelos que perderam a sua vida e encorajamos os que perderam casas, alimentação, bens materiais, e até à esperança, vítimas de tanto sofrimento, para que não desesperem e confiem em Deus e nos seus irmãos, na sua generosidade, na sua partilha de bens morais, espirituais e materiais.

Neste sentido unimo-nos ao apelo nacional, lançado pela Caritas Moçambicana a todas as pessoas do boa vontade e aos fieis das nossas comunidades, a contribuírem segundo as suas possibilidades e bondade do coração com a oração, com produtos e géneros alimentícios imperecíveis, roupa e/ou com valores monetários:

Secretaria da Diocese, Gurúè, 20 de Março de 2019

+ Francisco Lerma Martínez, imc

Bispo de Gurúè

 

ANUNCIAÇÃO DO SENHOR - 25 MARÇO 2019

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19Mar2019
Actualizado em 20 Março 2019 | Escrito por Assis

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ANUNCIAÇÃO DO SENHOR - 25 MARÇO 2019

A solenidade da Anunciação do Senhor é a celebração do grande mistério cristão da Encarnação do Verbo de Deus.

A data de 25 de Março está em função do Nascimento de Jesus, que é celebração exatamente nove meses depois. A catequese sempre fez coincidir a Anunciação e a Encarnação.

Estes mistérios começaram a ser celebrados liturgicamente provavelmente depois da edificação da basílica constantiniana sobre a casa de Maria, em Nazaré, no século IV.

A celebração no Oriente e no Ocidente data do século VII. Durante séculos, esta solenidade teve sobretudo carácter mariano. Mas Paulo VI devolveu-lhe o título de "Anunciação do Senhor", repondo o seu carácter predominantemente cristológico.

Em síntese, trata-se de uma "celebração (que) era e é festa de Cristo e da Virgem: do Verbo que se torna filho de Maria e da Virgem que se torna Mãe de Deus" (Marialis cultus 6).

Primeira leitura: Isaías 7, 10-14; 8, 10

Acaz, rei de Jerusalém, vê vacilar o seu trono devido à aproximação de exércitos inimigos. A sua primeira reação é entrar numa política de alianças humanas. Isaías, pelo contrário, propõe a resolução do problema pela confiança em Deus. Convida o rei a pedir um «sinal» (v. 11) que seja confirmação da assistência divina. Acaz recusa a proposta: «não tentarei o Senhor» (v. 12). Fá-lo por hipocrisia, e não por verdadeiro sentido religioso.

Isaías insiste que, apesar da recusa do rei, Deus lhe dará um sinal: «a jovem está grávida e vai dar à luz um filho, e há-de pôr-lhe o nome de Emanuel: «Deus-connosco».

O sentido imediato destas palavras refere-se a Ezequias, filho de Acaz, que a rainha está para dar à luz. O seu nascimento, nesse momento histórico, é interpretado como sinal da presença salvadora de Deus em favor do seu povo aflito.

Mais profundamente, as palavras de Isaías são profecia de um futuro rei Salvador. A tradição cristã sempre viu neste oráculo o anúncio profético do nascimento de Jesus, filho de Maria Virgem.

Segunda leitura: Hebreus 10, 4-10

Este texto, retirado do seu contexto, procura demonstrar que o sacrifício de Cristo é superior aos sacrifícios do Antigo Testamento.

O autor da Carta aos Hebreus relê o Salmo 39 - utilizado pela liturgia desta solenidade como Salmo Responsorial - ao como se fosse uma declaração de intenções do próprio Cristo entrar no mundo, no momento da Incarnação. Esta é também a atitude obediencial do povo da antiga aliança e de todo o piedoso cantor do salmo:

«: Eis que venho, ó Deus, para fazer a tua vontade.».

A Incarnação como atitude obediencial acontece no dia da Anunciação do Senhor a Maria. Esse dia inaugura a peregrinação messiânica que conduzirá à doação do corpo de Cristo no sacrifício salvífico, novo e inovador, único e indispensável, que se completa no sacrifício da cruz.

Evangelho: Lucas 1, 26-38

Uma possível chave de leitura deste texto é ver nele um relato biográfico feito por Lucas que terá ouvido atentamente as confidências de Maria.

No diálogo entre Deus e a menina de Nazaré - pela mediação do anjo Gabriel - revela-nos uma relação viva entre o divino e o humano, em que a proposta do alto vai sendo progressivamente esclarecida. O mensageiro respeita a condição humana de uma rapariga virgem que recebe uma proposta inesperada: ser mãe do Messias.

Maria, a virgem prometida como esposa a José, aproxima-se progressivamente do mistério, deixando-se conscientemente envolver por ele, disponibilizando-se e adequando à proposta de Deus o seu próprio projeto. E termina pronunciando o seu «Eis-me aqui!» (cf. v. 38).

O mistério celebrado hoje é a conceição do Filho de Deus no seio da Virgem Maria. Na basílica nazaretana da Anunciação, diante do altar, há uma placa de mármore que os peregrinos beijam com emoção e onde está escrito:

"Aqui de Maria Virgem fez-se carne o Verbo".

No texto da Carta aos Hebreus, o hagiógrafo refere ou interpreta a anunciação de Cristo; no texto de Lucas, o evangelista narra a anunciação a Maria. Cristo toma a iniciativa de declarar aquilo que Ele mesmo compreende; Maria recebe uma palavra que vem de fora de si mesma, uma palavra cheia de propostas de um Outro.

O paralelismo transforma-se em coincidência na explicitação da disponibilidade de ambos para fazerem a vontade divina; é uma disponibilidade separada por qualidade e quantidade de consciência, mas que converge na finalidade de obediência total ao projeto de Deus: Ecce venio, ecce ancilla, eis-me aqui! Eis a serva!

A atitude de obediência irá aproximar a mãe e o filho, Maria "anunciada" e Jesus Cristo "anunciado". Ambos pronunciam o seu «Eis-me aqui!». Ambos se exprimem com voz quase idêntica: «faça-se em mim segundo a tua palavra», «Eis que venho para fazer, ó Deus, a tua vontade». Ambos entram na fisionomia de «serva» e de «servo» do Senhor. Esta sintonia encoraja os discípulos à disponibilidade para servir a palavra de Deus, porque o próprio Filho de Deus é servo e porque a Mãe de Deus é serva; ambos são servos de uma palavra que salva quem a serve e que traz salvação

Fonte: Adaptação de um texto de: “dehonianos.org/portal/liturgia/”

Fonte da foto: da internet "images da anuciação do Senhor"

   

DOM PIERGIORGIO BERTOLDI, NOVO NúNCIO APOSTÓLICO EM MOÇAMBIQUE

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19Mar2019
Actualizado em 20 Março 2019 | Escrito por Assis

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DOM PIERGIORGIO BERTOLDI, NOVO NúNCIO APOSTÓLICO EM MOÇAMBIQUE

Da Nunciatura Apostólica em Moçambique rebemos o seguinte comunicado:

Foi nomeado Núncio Apost6lico em Mogambique Sua Excel6ncia Reverendíssima DOM PIERGIORGIO BERTOLDI, Arcebispo Titular de Spello, que, até ao presente, exercia o mesmo cargo no Burquina Faso.

CURRICULUM VITAE

Sua Excel6ncia Reverendíssima Monsenhor Piegiorgio BERTOLDI, Arcebispo titular de Spello, nasceu em Varese (It6lia), no dia 26 de Julho de 1963. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de Junho de 1988 e foi incardinado na Diocese de Mi1ão (Itália).

É Doutorado em Direito Canónico. Entrou no serviço diplomático da Santa Se no dia 01 de Julho de 1995, e sucessivamente trabalhou nas Representações Pontifícias de Uganda, República do Congo, Colômbia, ex-Jugoslávia, Romania, Irão e Brasil.

No dia 24 de Abril de 2015 foi nomeado Núncio Apostólico de Burquina Faso e Níger.

No dia 19 de Março de 2019 foi nomeado Núncio Apostólico de Mozambique.

Línguas conhecidas: Francês, Português, Inglês e Espanhol.

Fonte: Nunciatura Apostólica em Moçambique

 

CARTA DO BISPO PARA O ETHXEKO/FAMILIA JANEIRO – MARÇO 2019

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18Mar2019
Actualizado em 18 Março 2019 | Escrito por Assis

 

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CARTA DO BISPO PARA O ETHXEKO/FAMILIA JANEIRO – MARÇO 2019

A Diocese de Gurúè em “missão”: baptizados e enviados”

Caríssimos Diocesanos: fiéis às orientações do Papa Francisco, escolhemos para esta ano pastoral de 2019, o ANO EXTRAORDINÀRIO MISSIONÁRIO. É para todos nós a linha de accão que deve estar presente nos programas e actividades das paróquias e comunidades e das próprias Congregações nas suas comunidades locais e casas de Formação.

No logotipo do nosso recente Jubileu, a última das quatro palavras chaves era a “MISSÃO”, para nos lembrar o caminho que a Diocese deve percorrer logo a seguir às celebrações jubilares, isto é: A Diocese de Gurúè em estado Missão para consolidar a Igreja local, para anunciar o Evangelho aos que ainda não o conhecem, para procurar a “ovelha perdida” - os que abandonaram a nossas comunidades e a vida cristã”, para nos comprometermos com maior empenho com as causas da Justiça, da Reconciliação e da Paz, para consolar os afligidos e os que padecem quaisquer sofrimento.

O Papa FRANCISCO, na Carta que enviou a toda a Igreja e que neste ETHXEKO/FAMILIA é comentada como o “tema do mês (pp. 5-6), marcou o caminho que devemos seguir e indicou como exemplo algumas actividades que devemos ter em conta nos programas Pastorais das Paróquias para este Ano Extraordinário Missionário.

  1. Abertura. Vos lembro especialmente: em todas as Paróquias se deve escolher uma celebração própria de abertura deste Ano Extraordinário. E os Sacerdotes, aproveitando as vistas às Comunidades, aproveitem para falar aos cristãos do significado deste tema, para todos conhecerem e serem sensibilizados e assumirem a “Missão” como compromisso essencial dos baptizados: Se és baptizado, és missionário.

     

  2. Formação. Nos encontros do catecumenado, da catequese de preparação para a 1ª Comunhão e para o Crisma, nos encontros da Infância Missionária e dos Jovens, e os de preparação para o Matrimónio, o tema do discípulo de Jesus como baptizado e como missionário deve ser apresentado e estudado aos catequizandos, seja qual for a sua idade e condição.

  3. Oração. Além de incentivar a oração pessoal, também se devem organizar momentos de oração apropriados com a intenções do Ano Extraordinário Missionário.

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  5. Apostolado. Cada grupo de catequese e cada movimento, se empenhe em actividades apostólicas missionárias: visitar os doentes, as famílias em dificuldade, os que se afastaram, e os que se encontrem em qualquer necessidade ou abandono.

     

  6. Vocação. Esta Ano Extraordinário Missionário é uma oportunidade muito importante para renovar, organizar, fortalecer e qualificar a Pastoral Vocacional – os grupos dos vocacionados- preparado o coração dos jovens para acolher o chamamento de Deus para as vocações sacerdotais, missionários e à vida consagrada e apostólica.

     

    Esperamos que, com estas e outras actividades, todos compreendamos o sentido profundo e os objectivos que o Papa quis tingir com esta iniciativa para consolidar a Igreja e para que a Boa Nova de Jesus chegue a todos os nossos irmãos que ainda não a conhecem.

     

    Vosso Bispo

    + Francisco Lerma

     

     

   

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