SEGUNDA FEIRA - 4ª SEMANA DA QUARESMA - 1 ABRIL 2019

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28Mar2019
Actualizado em 28 Março 2019 | Escrito por Assis

 

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SEGUNDA FEIRA- 4ª SEMANA DA QUARESMA - 1 ABRIL 2019


Primeira leitura: Isaías 65, 17-21

Regressado do exílio, o povo continua a resistir à voz do Senhor, a descuidar-se na invocação do seu nome (vv. 1-7) e a cair na idolatria, provocando a sua justa ira. O profeta intervém e lembra que será diferente a sorte dos que praticam a justiça, reconhecendo a Deus o lugar que Lhe pertence e prestando-Lhe o devido culto, e a dos rebeldes (vv. 8-16a).

O texto que hoje escutamos abre perspectivas de um futuro feliz, revelando a grandeza do projecto de Deus, que não envolve apenas cada um, mas atinge todo o universo. Os sofrimentos passados vão ser esquecidos, porque Deus vai realizar uma nova criação.

Nos versículos que escutamos, parece misturar-se o cântico do coração de Deus e o da humanidade: ao júbilo divino pela sua cidade santa, pelo seu povo renovado, corresponde a alegria do mesmo povo perante a maravilhosa re-criação operada por Deus.

Na nova Jerusalém cessará toda a tristeza, a elevada mortalidade infantil. Será grande a longevidade. A liberdade e a estabilidade política garantirão a prosperidade e a paz. Esta promessa realízar-se-á definitivamente em Jesus Cristo que, pela sua obra salvífica, transformará o mundo.

Evangelho: João 4, 43-54

S. João, ao narrar a cura, à distância, do filho do funcionário real, quer apresentar-nos Jesus como Palavra de vida. O Senhor regressava à Galileia. A fama do que fizera em Jerusalém, durante a festa, tinha-O precedido. Desta vez, os galileus receberam-no bem.

Mas Jesus decide ir a Caná, onde fizera o seu primeiro milagre. Surge, então, o funcionário real que Lhe pede para descer a Cafarnaúm para curar o seu filho doente. O verbo «descer», em que João insiste, justifica-se pela posição geográfica de Cafarnaúm, mas também pela intenção do evangelista em nos apresentar Aquele que, «por nós homens e pela nossa salvação, desceu do céu».

Jesus reprova a fé imperfeita do funcionário de Herodes. Mas ele não desiste. Jesus cura-lhe o filho, símbolo da humanidade doente e moribunda. Oferece-lhe uma palavra de vida. Mas exige a fé.

O sinal extraordinário, o prodígio de Jesus é a Palavra. Quem acredita nela e lhe obedece, experimenta milagres. O funcionário acolheu a palavra: «Vai, que o teu filho está sstvo (v. 50).

Acreditou, obedeceu, partiu para sua casa. E vieram-lhe ao encontro os servos que lhe dizem: «O teu filho está sstvo. (v. 53). A fé, que caminhou na obscuridade (v. 52ss.) cresceu: «Acreditou ele e todos os da sua casa» (v. 53).

A Palavra de Jesus é o sinal extraordinário e o prodígio que nos oferece. Quem acolhe a Palavra e acredita nela, vê rasgaram-se horizontes inesperados, experimenta milagres.

Permanecer na Palavra, guardando-a no coração, e cumprindo-a, mesmo que seja preciso caminhar na escuridão, apenas iluminado por ela, significa participar na obra divina da nova criação, santificação e transfiguração do universo.

Jesus pediu ao funcionário real a fé na sua palavra: «Vai, que o teu filho está curado». O homem acreditou e o seu filho ficou curado. Acreditou na palavra de Jesus. Acreditou em Jesus, porque Jesus é a Palavra de Deus feita carne. Acreditou e partiu, obediente e confiante. E alcançou a vida para o seu filho.

Acreditar e obedecer, acolher a palavra e pô-la em prática é uma questão de vida ou de morte. O homem aflito teve a força de crer na palavra de Jesus, que nada fez de especial, apenas falou. Não insistiu para que Jesus mudasse os seus planos e fizesse o que lhe pedia. Acreditou e partiu confiando na verdade da palavra de Jesus.

Quantas vezes, também nós, nos vemos na situação de ter que acreditar na Palavra, sem vermos ou antes de vermos qualquer sinal. Rezamos, somos iluminados, mas tudo parece permanecer imutável.

É o momento de progredirmos na fé, que não é simples verificação, mas acreditar na palavra e n ' Aquele que a pronuncia. Se soubermos caminhar na fé, mesmo na noite escura do sofrimento e da provação, a Palavra será como uma lâmpada para os nossos passos.

E, quando o Senhor quiser, encontraremos a confirmação luminosa do seu poder que faz maravilhas. Então, a nossa fé tornar-se-á exultação e júbilo. Será aquela fé firme e segura, que transforma a alma e a faz caminhar em novidade de vida, em plenitude cristã.

A confiança do funcionário real na palavra de Jesus, o seu abandono à palavra de Jesus, o seu caminhar na fé por um caminho obscuro, tornou eficaz a sua intercessão pelo filho que estava doente em Cafarnaúm. O jovem foi curado, foi salvo.

Então, a nossa vida será reparadora na oferta, na paciência, no abandono, quer dizer, na disponibilidade da "vítima" para a imolação, em comunhão com a paixão e a morte redentora do Senhor ... , e, confiados na Palavra, entregaremos voluntariamente a nossa vida em favor dos irmãos, olhando para Cristo trespassado, que nos precedeu neste amor redentor (cf. 1 Jo 3, 16).

Fonte: Adaptação de um texto de: “dehonianos.org/portal/liturgia/”

 

VIAGEM DO PAPA FRANCISCO A MOÇAMBIQUE,

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27Mar2019
Actualizado em 28 Março 2019 | Escrito por Assis

 

VIAGEM APOSTÓLICA A MOÇAMBIQUE,

A MADAGASCAR E MAURICIAS

 

"Acolhendo o convite dos respectivos Chefes de Estado e Bispos, Sua Santidade o Papa Francisco efetuar uma Viagem Apostólica a Moçambique, Madagascar e Mauricio, de 4 a 10 de Setembro de 2019, visitando a cidade de Maputo em Moçambique, Antananarivo em Madagascar e Port Louis nas Maurícias.

O programa da viagem será publicado a seu tempo".


A visita hist6rica que o Papa Francisco fará a Mogambique no pr6ximo mês de Setembro, além de assinaiar as boas e est6veis relações diplorn6ticas entre Moçambique e a Santa Sé, sublinha, mais uma vez, o desejo evangélico do Romano Pontifice de chegar, com alegria e gratiddo. a todos os homens e mulheres espalhados nos quatro pontos da Terra, para que ninguém possa sentir-se excluido do anúncio de esperanga, paz e reconciliação.


O Santo Padre efectuar6 a sua Visita ao abrigo da dupla prerrogativa que o Direito Canónico e o Direito Internacional lhe concedem, na Sua qualidade de Pastor Supremo da Igreja e de Chefe de Estado.


Como Pastor supremo da Igreja Católica, o Santo Padre fará uma Visita Apost6lica aos seus irmãos Bispos e a todos os fiéis católicos de Moçambique, bem como a todo o homem e mulher de boa vontade, sem preclusões.

 

O Papa Francisco virá como peregrino a esta terra abençoada pela fé de tantos irmãos e irmãs que, mesmo em tempos dificeis, permaneceram fiéis ao Evangelho de Cristo.

 

O Papa Francisco estara presente entre nós como pai na fe, a fim de confirmar a nossa adesão a Cristo e á Igreja, reafinnando a escolha preferencial pelos últimos, pelos mais pobres, pelos doentes, por quantos se encontram perante a dúvida ou perderam a esperança.

 

O Papa Francisco visitará esta querida terra apresentando-se a todos como irmão universal, sem excluir ninguém, com o desejo de se encontrar com este Povo amado, propondo caminhos de esperanga, paz e reconciliação.


Como Chefe de Estado, o Santo Padre Francisco, retribuindo a visita cordial que Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi efectuou ao Vaticano no mês de Setembro do ano passado, virá para reafirmar a solidez das relações diplomáticas entre a Santa Se e a República de Moçambique estabelecidas de maneira estável pelo Acordo internacional de 201l; virá confirmar toda a sua disponibilidade para dar seguimento aos intentos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e, ern parlicular, trabalhar para o restabelecimento de uma paz efectiva, sólida e duradoira, com atenção, também a dificil situação em Cabo Delgado.

 

Por fim, virá para se solidarizar, mais uma vez, com a população martirizada pela catástrofe que devastou as provincias de Sofala, Manica, Zambezia e Tete neste último mês.


Em nome da Santa Sé, ao dar seguimento ao anúncio desta visita historica, não posso deixar de agradecer a S.E. Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da Repriblica de Moçarnbique e S.E,.R. Dom Lúcio Andrice Muandula, Bispo de Xai-Xai e Presidente da Conferência Episcopal de Moçambique pelo trabalho árduo e unitário que está a ser feito para a preparação da Viagem Apostólica, de modo que ninguém se sinta excluido dum acontecimento tão significativo.

Fonte:

Anúncio da Nunciatura Apostólica, Mons. Cristiano, encarregado de negócios a.i., Maputo 27.03.2019

   

SÁBADO - 3ª SEMANA DA QUARESMA - 30 MARÇO 2019

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23Mar2019
Actualizado em 28 Março 2019 | Escrito por Assis

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SÁBADO - 3ª SEMANA DA QUARESMA - 30 MARÇO 2019 

Primeira leitura: Oseias 6, 1-6

São muitas as desgraças que afectam o povo de Deus. Israel e Judá estão em guerra. A aliança com a Assíria levou à perda das regiões setentrionais de Israel, no ano 732 a. C.

No contexto de um acto litúrgico penitencial, o profeta avisa o povo: tudo isto se deve ao afastamento de Deus, a um culto meramente formal e vazio de amor. E clama: há que estar alerta, há que converter-se, pois já se divisa no horizonte o dia do castigo messiânico (Os 5, 9).

Com uma imagem frequente na Sagrada Escritura, o povo reconhece estar doente (Os 5, 13) e invoca a Deus como único médico capaz de curar a ferida que Ele mesmo provocou em vista da correcção (v. 1). Deus é o Senhor da história.

Sabe que o arrependimento do povo é interessado (v. 3) e efémero (v. 4). Mas não se cansa de chamar à conversão. A sua palavra é uma espada que fere para curar. Pede amor e não holocaustos (v. 6), confiança e não simples actos de culto, ainda por cima praticados com hipocrisia.

Evangelho: Lucas 18, 9-14

No contexto da subida a Jerusalém, Jesus vai apresentando as exigências para a entrada no Reino. A página que hoje escutamos apresenta-nos duas personagens em oração. O seu modo de rezar revela o seu modo de viver e de se relacionar com Deus e com os outros.

O fariseu realça os seus méritos e julga-se credor diante de Deus. No fundo, não precisa d ' Ele, ainda que formalmente lhe agradeça tê-lo feito tão perfeito. Mais ainda: a sua justiça leva-o a julgar impiedosamente os outros.

O excesso de auto­estima e de autoconfiança levam-no a desprezar os outros (v. 11). O publicano, pelo contrário, consciente dos seus pecados, tudo espera da misericórdia de Deus. Vergado pelos seus pecados, está lançado para o céu. Batendo com a mão no peito, bate à porta do Reino, que lhe é aberta.

A parábola que o evangelho hoje nos apresenta é um verdadeiro dom de Deus, particularmente no tempo da Quaresma que estamos a viver.

Com efeito, pode assaltar-nos a tentação de pensarmos que, com as práticas penitenciais que nos propusemos, e vamos praticando, somos melhores que os outros. Ceder a esta tentação, seria arruinar todo o bem que, com a graça do Senhor (é bom sempre lembrá-lo!), temos praticado.

«Quero a misericórdia e não os sacrifícios, o conhecimento de Deus mais que os holocaustos», diz-nos o Senhor pela boca de Oseias.

Conhecer a Deus, e conhecer-nos a nós mesmos em Deus, é o caminho da sabedoria e da vida. Foi o caminho que os santos de todos os tempos percorreram:

«Que Te conheça, que eu me conheça», pedia Santo Agostinho.

Quem somos nós, sem Deus? Somos certamente pecadores, cheios de orgulho e cheios de desprezo pelos outros; somos prisioneiros do nosso egoísmo e do nosso pecado. Quem somos nós com Deus? Somos ainda pecadores, mas pecadores que sabem que a experiência de pecado pode tornar-se o lugar em que Deus, o Misericordioso, nos revela o seu rosto.

Um excelente exercício para a nossa Quaresma consistirá em unir-nos à misericórdia de Deus, revelada em Jesus Cristo, que aceitou ser contado entre os pecadores, que carregou sobre Si as culpas de todos, e aceitou morrer para nossa salvação.

Por isso, não só não se separou dos pecadores, mas aceitou conviver com eles, para a todos revelar o amor misericordioso do Pai. Cada cristão há-de continuar a ser sinal desse amor misericordioso junto dos irmãos, particularmente daqueles que nos parecem maiores pecadores.

Tudo o mais que fizermos, jejuns, orações, esmolas, ou outras penitências, deve ser oferecido pelos nossos próprios pecados. Se nos julgamos mais perto de Deus, devemos prová-lo a nós mesmos com uma proximidade maior junto dos outros, uma proximidade permeada de misericórdia e de amor fraterno, de amor oblativo.

Jesus aproxima-Se das pessoas com muita compreensão, com doçura e humildade. Ama as pessoas, como nos demonstra também na parábola do pai bom e do filho pródigo. As palavras do pai não são um sermão, não avançam queixas e muito menos acusações. Não é um debate e, muito menos, uma polémica.

À humilde confissão do filho: "Pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho' (Lc 15, 21), o pai responde beijando-o e abraçando-o; apenas fala com o seu amor: "Depressa, trazei o vestido mais belo e vesti-lho, ponde-lhe o anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo, matai-o, comamo-lo e façamos festa ... " (Lc 15, 22-23).

É este o modo como também havemos de actuar com os nossos irmãos, mesmo com aqueles de quem tenhamos alguma queixa.

Fonte: Adaptação de um texto de: “dehonianos.org/portal/liturgia/”

 

SEXTA-FEIRA - 3ª SEMANA DA QUARESMA -

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23Mar2019
Actualizado em 28 Março 2019 | Escrito por Assis

 

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SEXTA-FEIRA - 3ª SEMANA DA QUARESMA -

29 MARÇO 2019

Primeira leitura: Oseias, 14, 2-10

Oseias convida o povo a «voltar», isto é, a converter-se a Deus, reconhecendo o seu pecado, causa das actuais desgraças. O profeta sugere uma confissão lúcida e sincera das próprias culpas, porque agrada mais a Deus uma vida purificada e unida à oferta de louvor (v. 3) do que os sacrifícios de vítimas. Há que libertar-se de compromissos humanos pecaminosos, e particularmente do recurso aos ídolos. O povo pode sentir-se pobre e desprotegido. Mas é então que Deus assume cuidar dele (v. 4).

Uma vez convertido o povo, o próprio Deus Se «converte» renunciando à sua justa ira. Mais ainda: o seu amor fiel curará Israel e perdoará as suas infidelidades. O texto detém-se a descrever os efeitos do amor divino com termos e expressões de rara beleza, lembrando o Cântico dos Cânticos. Quem caminha na rectidão compreenderá esse amor e fruirá dos seus benefícios: «Os caminhos do Senhor são rectos, os justos andarão por eles, mas os pecadores tropeçarão netes» (v. 10).

Evangelho: Marcos 12, 28-34

O texto evangélico de hoje reflecte uma discussão viva entre as escolas rabínicas do tempo de Jesus. Qual é o primeiro mandamento entre os 248 apresentados pela Lei, acrescidos de 365 proibições? Provavelmente a pergunta não era de todo inocente, mas escondia uma insídia contra o jovem rabi. Mas Jesus soube encontrar uma saída airosa, indo logo ao fundo da questão, ao citar o Deuteronómio: «Escuta, Israel/» (Dt 6, 4s), texto repetido três vezes ao dia nas orações dos piedosos israelitas. A este mandamento, Jesus acrescenta outro, tirado do Levítico: «Amarás o teu próximo como a ti mesmos (Lv 19, 18). A originalidade desta resposta de Jesus está na união destes dois mandamentos. O escriba reconheceu nela uma verdadeira síntese da Lei e do culto. Jesus elogia-o e acrescenta outra novidade: a proximidade do reino de Deus, cuja lei fundamental é o amor.

Qualquer que tenha sido a intenção do escriba ao interrogar Jesus sobre qual é o primeiro de todos os mandamentos, devemos estar-lhe gratos. De facto, deu ao Senhor a oportunidade de dar uma resposta que nos interessa, que interessa a todos quantos desejam compreender bem a vontade do Senhor, para a cumprirem fielmente.

A resposta de Jesus foi muito simples: o maior dos mandamentos é o amor. Deus é amor, e pede-nos amor: «amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças ... Amarás o teu próximo como a ti mesmo-, Amando como Ele nos ama, amando com o amor com que nos ama, participamos da sua vida. É a vocação de todo o homem. É a sua felicidade: amar o Deus-Amor como único Senhor, sabendo que jamais O amaremos como merece e tem direito, e que, por isso, havemos de progredir no amor, desenvolvendo todas as nossas capacidades de amar.

Amar o próximo com Ele e como Ele, por causa d ' Ele, com o amor com que somos amados, é uma verdadeira alegria, é a suprema realização.

Mas, quantas vezes, amámos outros deuses, adorando as obras das nossas mãos, a nossa realização pessoal, os nossos interesses mesquinhos ... O resultado foi cairmos na escravidão, ver os outros como rivais, perder a nossa liberdade, a nossa alegria, a nossa felicidade. Por isso, rezamos com o profeta:

«Perdoa todos os nossos pecados, e acolhe favoravelmente o sacrifício que oferecemos, a homenagem dos nossos lábios»'

Depois da vinda de Cristo, todo o crente pode repetir estas palavras de João:

"Nisto consiste o Seu amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele, que nos amou ... Amou-nos por primeiro ... " (1 Jo 4, 19). Porque nos amou, podemos amá-lo. Porque nos amou, podemos amar a todos os nossos irmãos, sem fazermos acepção de pessoas.

De facto, Deus ama-nos a todos. Chamou-nos à vida porque nos amou pessoalmente: "Chamei-te pelo nome ... " (Is 43, 1). É esse o fundamento da dignidade da pessoa humana. Cada um de nós é um pensamento amoroso de Deus, criado à sua imagem e semelhança: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança ... Deus criou o homem à Sua imagem, à imagem de Deus os criou, homem e mulher os criou'

(Gn 1, 26-27). Criado à imagem do Deus-Amor, todo o homem merece ser amado com o amor típico de Deus: o amor oblativo!

Fonte: Adaptação de um texto de “dehonianos.org/portal/liturgia”

   

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