5º DIA DA VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA DE MUTALA - Alto Molócuè

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14Jun2018
| Escrito por Assis

5º DIA DA VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA DE MUTALA - Alto Molócuè

Quarta Feira, 13 de Junho de 2018.

Hoje é o 5º Dia da Visita Pastoral de D. Francisco Lerma, Bispo da Diocese, à Paróquia N. S. Rainha dos Mártires . Posto Administrativo de Mutala, Distrito do Alto Molócue, na Estrada Regional que vai do Alto Molócue a Gilé.

A Paróquia está sob os cuidados pastorais dos Sacerdote do Coraçã de Jesus (Dehonianos) desde a sua fundação em 2012, desmembrada da antiga Missão de N. S. Rainha do Mundo do Alto Molócuè.  O seu Pároco actual é o Pe. Carlitos Joaquim, SCJ.

A Paróquia conta com 65 comunidades cristãs, tres Centros Pastorais: Maria Mãe de Misericórdia de Konko; S. Cruz de Uelela e S. Pedro de Akuieeavukula.

Hoje a concentração dos fiéis é na Comunidade cristá de Akueieavucula com as Zonas Pastorais de Naihava, Nimwene e Uahitoko, pertencentes ao Centro Pastoral de S. Pedro.

ZONA PASTORAL NAIHAVA

Comundades cristãs: S. Maria Madalena de AKUEIEAVUKUKA; S. Estêvão de Naihava; S. Tiago de Mujora; S. Teresa de Tiloni; S. Mara Mãe de Deus de Napulupo.

ZONA PASTORAL NIMWENE

Comunidades cristãs: S. Tiago de Nimwene; N. S. de Fátima de Nakulosa; S. C. de Jesus de Ritxhane; S. pedro Apóstolo de Nanpeto.

ZONA PASTORAL  UAHITOKO

Comunudades cristãs: S. Cipriano de Uahitoko; S. Lúcia de Namitapwe; S. Pepetua de Mitale; N. S. de Fátima de Nanihoka.

Hoje os crismados foram 73.


 

QUITA FEIRA - X SEMANA TEMPO COMUM ANOS PARES

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13Jun2018
| Escrito por Assis

 

QUINTA-FEIRA - X SEMANA – QUINTA-FEIRA – TEMPO COMUM – ANOS PARES - 14 JUNHO 2018

Primeira leitura: 1 Reis 18, 41-46

O profeta Elias anuncia a Acab o fim da seca, e o fim do jejum ordenado para obter a chuva: «Vai, come e bebe, pois já oiço o rumor de uma forte chuvada» (v. 41). O alimento pode também simbolizar a reconciliação entre Acab, Elias e Javé, depois da triunfal vitória do javismo sobre o baalismo. Em seguida, Elias sobe ao Carmelo e entra provavelmente na gruta onde costumava recolher-se em oração. A posição, que assume, prostrando-se e colocando a cabeça entre os joelhos, indica profunda concentração, mas também o despertar de energias interiores capazes de influenciar os próprios elementos naturais, como atestam antigas tradições egípcias e mesopotâmicas. Tiago faz essa releitura, quando recorda o episódio e escreve: «A oração fervorosa do justo tem muito poder (em grego: energuménê). Elias…rezou com fervor para que não chovesse, e durante três anos e seis meses não choveu sobre a terra. Depois voltou a rezar, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto» (Tg 5, 16-18). A formação progressiva das nuvens e a chuva, depois de sete súplicas insistentes, muito ao estilo semita, ajusta-se à topografia e à meteorologia da Palestina. Do alto do Carmelo, consegue ver-se o horizonte longínquo do Mar Mediterrâneo, único manancial de nuvens e de chuva sobre a franja sírio-palestiniana.

Evangelho: Mateus 5, 20-26

Jesus afirmou aos seus discípulos que não vinha ab-rogar a Lei, mas aperfeiçoá-la. Como vontade de Deus, devia ser aceite na sua totalidade sem a reduzir a árdua casuística, como faziam os doutores e os fariseus, tergiversando e defraudando a própria Lei. Formulado o princípio, Jesus deu seis exemplos concretos, começando sempre por «Ouvistes o que foi dito aos antigos … Eu, porém, digo-vos». A frase alude a alguma prescrição do Antigo Testamento, preparando o leitor para a nova interpretação.
A primeira antítese refere-se ao quinto mandamento (Ex 20, 13; Dt 5, 17). Jesus compara o homicídio intencional ao material. O homicídio intencional pode conhecer diversas modalidades: a ira, o desprezo (chamar rhaká, isto é, imbecil) são ofensas para as quais está previsto o «juízo» do tribunal local, a sentença do sinédrio (o supremo tribunal sedeado em Jerusalém) e, finalmente, o fogo da Geena, a proverbial depressão a sudoeste da Cidade santa considerada, a partir do Novo Testamento, lugar de maldição.
Quando alguém se deixa dominar pela ira e pelo desprezo dos outros, não está em condições para oferecer sacrifícios de acção de graças ou de expiação. Se, por qualquer razão tiverem sido iniciados nessas condições, apesar da sacralidade do culto, devem ser interrompidos para recompor a ordem social. Jesus equipara uma situação de índole moral simplesmente interior, a uma grave impureza legal, que implicava a suspensão do rito, segundo o ensinamento profético: «Quero misericórdia, e não sacrifício» (cf. Mt 9, 13; 12, 7). E nem vale a pena presumir o perdão de Deus, se não perdoarmos aos irmãos (cf. Mt 6, 12). Caso nos atrevamos a apresentar-nos diante do Senhor, a pedir misericórdia, sem antes a termos usados com os outros, teremos de pagar até ao último «cêntimo».

Elias anuncia a Acab o fim da seca, que tinha anunciado como castigo da impiedade geral, e o fim do jejum, que o rei tinha ordenado, para obter a clemência divina. Deste modo, o profeta demonstra que é Deus que actua em Acab, e em Israel, no castigo e no perdão. O castigo de Deus tem sempre uma finalidade pedagógica: levar o pecador a reconhecer os seus erros e a regressar a Deus, à vivência da Aliança, a dar-Lhe o lugar que Lhe é devido. E assim, voltará a experimentar a fidelidade e a misericórdia divinas.
O evangelho leva-nos a reflectir sobre o mandamento do amor a Deus e ao próximo, que são um só amor. Os fariseus quase que só se preocupavam com o amor a Deus, negando uma justa relação com o próximo. Jesus, pelo contrário, considerava o amor fraterno uma exigência rigorosa. Por isso, diz aos discípulos: «Se a vossa justiça não superar a dos doutores da Lei e dos fariseus, não entrareis no Reino do Céu» (v. 20). Chegou mesmo a colocar o amor ao próximo acima das ofertas a Deus: «Se fores, portanto, apresentar uma oferta sobre o altar e ali te recordares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão; depois, volta para apresentar a tua oferta» (v. 23-24). O dom mais agradável a Deus é exactamente a caridade fraterna. Se ela faltar, tudo o resto fica sem valor. Uma explicação simples para isto, pode ser a seguinte: como Jesus vive em nós, pede-nos uma caridade perfeita, que não sufoque a sua vida em nós, com preconceitos, atitudes, palavras agressivas e maldosas.
A nossa oferta sobre
o altar significa a nossa vida posta à sua disposição. É-lhe agradável se lhe permitir viver em nós a sua vida. Caso contrário, pode dizer-nos: «A tua oferta não é sinal de amorosa disponibilidade para com o teu irmão; por isso, vai primeiro reconciliar-te com ele; depois, vem fazer a tua oferta».
Não podemos separar o amor de Deus do amor aos irmãos, porque Jesus está na charneira dos dois amores: Ele ama os irmãos porque ama o Pai, e ama o Pai amando os irmãos.
A nossa capacidade de amar o Pai e de amar os irmãos, não vem de nós, mas de «mais além do que nós mesmos» (A. Carminatti). Vem de Deus caridade: «Caríssimos – escreve S. João – amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus… Nisto consiste o amor: não fomos nós a amar a Deus por primeiro, mas foi Ele que nos amou…» (1 Jo 4, 7.10). Por isso, «enviou o Seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados» (1 Jo 4, 10) e «nos deu o Espírito» (1 Jo 4, 13), o Espírito de amor. É o Espírito de amor que nos leva a amar a Deus, mas também aos irmãos. Por isso, o amor aos irmãos é possível, mesmo em situações muito difíceis. A única condição é permanecermos no amor de Jesus Cristo: «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros; como Eu vos amei, assim também deveis amar-vos uns aos outros» (Jo 13, 34). «Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós… Permanecei no Meu amor» (Jo 15, 4.9; cf. Jo 17, 21.23).

Senhor, Tu ensinas-me a apresentar-me diante de Ti, livre de qualquer rancor, e sem culpa por ter omitido ajuda aos irmãos, que estão em situações difíceis. Mas, – quantas vezes! -, realizo o meu «serviço sacerdotal», apresentando-te sacrifícios espirituais sobre o altar de um coração não reconciliado. Esqueço que afastas o olhar daqueles que estão separados dos irmãos. Por isso, ainda antes de me levantar para ir ao encontro dos irmãos, hei-de pôr-me em estado de benevolência e começarei a «falhar-lhes ao coração» (Jz 19, 3) para lhes oferecer estima, reconciliação e paz.
Envia sobre mim o teu Espírito Santo, que ilumine as minhas relações com os outros, para que, se for necessário, as reformule à luz dos teus ensinamentos.

FONTE: Adaptação local de um texto de “dehonianos.org/portal/liturgia/”

   

JUBILEU DOS PIONEIROS DA EVANGELIZAÇÃO E VISITAS PASTORAIS A MUTHALA E PISTA VELHA

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09Jun2018
| Escrito por Assis

 

De 8 a 21 de Junho do corrente ano, está a decorrer a Visita Pastoral às Paróquias de N. S. Rainha dos Martires de Muthala e de N. S. Raianha da Paz da Pista Velha do Alto Molócue.

08.06.2018. Em Milevane - Nauela- Celebração Diocesana  do Jubileu dos Pioneiros da Evangelização, no Cimetério dos Padres Dehonianos

À tarde chegada ap Centro Jovenil Leos Dehon, na Pista Velha, Slto Molócue.

PARÓQUIA N. S. RAINHA DOS MÁRTIRES DE MUTHALA

 

09 a 12.06: Muthala - Hapya - Konko - Uelela -Narilo - Naphalavi

13.06 .Naihava, Nimuene - Uahitoko - Akuieavukula -

14.06: - Nakuita -Inthepa - Naphalage  -

PARÓQUIA N. S. RAINHA DA PAZ

15.06. Murepuetela

16.06. Conselho Paroquial e Encontro com os jovens.

17.06. Pista Velha. Crismas e Ordenação Diaconal

18.06: Nakuaka - Namalue

19.06. Muataliua - Kakumue

20.06. Muharra - Limiha

21.06. Nipaia - Inravane

 

SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – ANO B - 8 de Junho 2018 -

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05Jun2018
| Escrito por Assis

 

SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

 – ANO B - 8 de Junho 2018 -

1ª Leitura: Oseias 11, 1. 3-4. 8c-9

2ª Leitura: Efésios 3, 8-12. 4-19

Evangelho: João 19, 31-37

Quem é esse Deus em quem acreditamos? Qual é a sua essência? Como é que o podemos definir? A liturgia deste dia diz-nos que “Deus é amor”. Convida-nos a contemplar a bondade, a ternura e a misericórdia de Deus, a deixarmo-nos envolver por essa dinâmica de amor, a viver “no amor” a nossa relação com Deus e com os irmãos.

Â É uma catequese sobre essa história de amor que une Jahwéh a Israel. Ensina que foi o amor – amor gratuito, incondicional, eterno – que levou Deus a eleger Israel, a libertá-lo da opressão, a fazer com ele uma Aliança, a derramar sobre ele a sua misericórdia em tantos momentos concretos da história… Diante da intensidade do amor de Deus, Israel não pode ficar de braços cruzados: o Povo é convidado a comprometer-se com Jahwéh e a viver de acordo com os seus mandamentos.
A essência de Deus: “Deus é amor”. Esse “amor” manifesta-se, de forma concreta, clara e inequívoca em Jesus Cristo, o Filho de Deus que Se tornou um de nós para nos manifestar – até à morte na cruz – o amor do Pai. Quem quiser “conhecer” Deus, permanecer em Deus ou viver em comunhão com Deus, tem de acolher a proposta de Jesus, despir-se do egoísmo, do orgulho e da arrogância e amar Deus e os irmãos.
Esse Deus que é amor tem um projecto de salvação e de vida eterna para oferecer a todos os homens. A proposta de Deus dirige-se especialmente aos pequenos, aos humildes, aos oprimidos, aos excluídos, aos que jazem em situações intoleráveis de miséria e de sofrimento: esses são não só os mais necessitados, mas também os mais disponíveis para acolher os dons de Deus. Só quem acolhe essa proposta e segue Jesus poderá viver como filho de Deus, em comunhão com Ele.

 A liturgia hoje põe em relevo, antes de mais, o amor de Deus pelo seu Povo: esse amor gratuito, incondicional, inexplicável. O nosso Deus – esse Deus que nos escolheu e que nos chamou à comunhão com Ele – tem um coração que ama e que derrama incondicionalmente a sua bondade e a sua ternura sobre cada um de nós. Não interessam os nossos merecimentos, as nossas qualidades ou defeitos, o nosso peso na comunidade internacional: só interessa o amor de Deus”. Neste dia do Coração de Jesus, somos convidados a redescobrir este amor e a espantar-nos com a sua gratuidade e eternidade.

O amor de Deus pelos seus filhos é uma realidade com que topamos em cada passo do caminho da vida. Manifesta-se concretamente naqueles mil e um gestos de ternura, de amizade, de solidariedade, de serviço que todos os dias testemunhamos e que acendem uma luzinha de esperança no coração dos sofredores, dos pobres, dos abandonados, dos excluídos… Por um lado, somos convidados a detectar a presença do amor de Deus na nossa vida através dos irmãos que nos rodeiam e que são os instrumentos de que Deus se serve para nos oferecer a sua bondade, a sua ternura, o seu afecto; por outro lado, somos convidados a ser, nós próprios, testemunhas vivas do amor de Deus e a manifestar, em gestos concretos de bondade, de partilha, de solidariedade, a solicitude de Deus pela humanidade.

A liturgia hoje convida os a responder com amor ao amor de Deus. Como é que o homem traduz, em termos concretos, o seu amor a Deus?

Em primeiro lugar, é preciso que Deus ocupe na vida do homem o lugar que merece. Deus não pode ser uma figura de segundo plano: tem de ser o centro de referência, à volta do qual se estrutura toda a vida do homem.

Em segundo lugar, é preciso que o homem observe “os mandamentos, as leis e os preceitos” que Deus propôs ao homem. Viver na lógica dos valores de Deus é reconhecer a preocupação e o amor de Deus pelos homens, e é acolher a proposta de Deus como a única proposta válida de realização, de felicidade, de salvação.

Quem é Deus? Como é que Ele se relaciona com o homem? Ele preocupa-Se connosco, ou vive totalmente alheado desses homens e mulheres que criou?

“Deus é amor”. O que é que isso significa?

Significa que ao relacionar-Se com os homens, Deus não pode deixar de tocá-los com a sua ternura, a sua bondade, a sua misericórdia. Esse amor manifesta-se de forma concreta, real, histórica, em Jesus Cristo – o Deus que desceu até nós, que vestiu a nossa humanidade, que partilhou os nossos sentimentos, que lutou contra as injustiças que magoavam os homens e que morreu na cruz pedindo ao Pai perdão para os seus assassinos.

“Se Deus nos amou, também nós devemos amar-nos uns aos outros

“Ser profetas do amor e servidores da reconciliação dos homens e do mundo em Cristo” (Constituições dos Sacerdotes do Coração de Jesus).

Ser objecto do amor de Deus nos insere numa dinâmica de amor que exige o testemunho, a vivência, a partilha do amor com aqueles que a todo o momento se cruzam connosco nos caminhos do mundo.

A consciência do amor de Deus dá-nos a coragem de enfrentar o mundo e de, no seguimento de Jesus, fazer da vida um dom de amor. O cristão não teme o confronto com a injustiça, com a perseguição, com a morte: tudo isso é secundário, perante o Deus que nos ama e que nos desafia a amar sem medida. Enfrente quem enfrentar, o que importa ao crente é ser, no mundo, um sinal vivo do amor de Deus.

Deus ama os homens com um amor sem limites (Evangelho) e quer que eles cheguem à vida eterna, à felicidade sem fim; por isso, enviou ao mundo o próprio Filho que, com o sacrifício da sua própria vida, anunciou o Reino e indicou aos homens um caminho de liberdade e de vida plena. Para concretizar esse projecto do Pai, Jesus lutou contra tudo aquilo que provocava opressão e escravidão e anunciou a todos os homens – com palavras e com gestos – o amor, a misericórdia, a bondade de Deus.

Esse projecto de amor toca especialmente os pequenos, os pobres, os excluídos, os desprezados, os que sofrem, pois são eles que mais necessitam de salvação.

Aqueles que centram a sua vida na espiritualidade do Coração de Jesus devem ser, em razão da sua vocação e carisma, testemunhas privilegiadas desse amor de Deus, materializado em Jesus e no mistério do seu Coração trespassado.

O amor de Deus dirige-se, de forma especial, aos pequenos, aos marginalizados, aos necessitados de salvação. Os pobres e débeis que encontramos nas ruas das nossas cidades ou à porta das igrejas das nossas paróquias encontram em nós – profetas do amor – a solicitude maternal e paternal de Deus?

Apesar do imenso trabalho, do cansaço, do “stress”, dos problemas que nos incomodam, somos capazes de “perder” tempo com os pequenos, de ter disponibilidade para acolher e escutar, de “gastar” um sorriso com esses excluídos, oprimidos, sofredores, que encontramos todos os dias e para os quais temos a responsabilidade de tornar real o amor de Deus?

Tornar o amor de Deus uma realidade viva no mundo significa lutar objectivamente contra tudo o que gera ódio, injustiça, opressão, mentira, sofrimento.

Fonte: adaptação de um texto de: “dehonianos.org/portal/liturgia/”

   

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