III DOMINGO DO TEMPO DO ADVENTO – ANO C -16 DEZEMBRO 2018

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15Dez2018
| Escrito por Assis

 

III DOMINGO DO TEMPO DO ADVENTO – ANO C -16 DEZEMBRO 2018
A prrimeira leitura  (Sof 3,14-18ª), sugere que, no início, no meio e no fim desse “caminho de conversão”, espera-nos o Deus que nos ama. O seu amor não só perdoa as nossas faltas, mas provoca a conversão, transforma-nos e renova-nos. Daí o convite à alegria: Deus está no meio de nós, ama-nos e, apesar de tudo, insiste em fazer caminho connosco.
Nunca é demais sublinhar a essência de Deus: o amor. Neste texto, o amor de Deus não só introduz na relação com o Povo um dinamismo de perdão; mas esse amor faz ainda mais: provoca a própria conversão do Povo. Esta consciência de que Deus nos ama, muito para além das nossas falhas e fraquezas, e que o seu amor nos transforma, nos torna menos egoístas e mais humanos, é uma das mais belas constatações que os crentes podem fazer.
 O que renova o mundo e o transforma não é o medo, mas o amor. O medo provoca insegurança, pessimismo, angústia, sofrimento, bloqueamento; o amor é que faz crescer, é que cria dinamismos de superação, é que nos torna mais humanos, é que nos faz confiar, é que potencia o encontro e a comunhão…
 Finalmente, convém notar o apelo à alegria… A constatação de que Deus nos ama e que reside no meio de nós com uma proposta de salvação e de felicidade para todos os que O acolhem não pode provocar senão uma imensa alegria no coração dos crentes. Damos sempre testemunho dessa alegria? Será que as nossas comunidades são espaços onde se nota a alegria pelo amor e pela presença de Deus?
A segunda leitura  (Filip 4,4-7),insiste nas atitudes correctas que devem marcar a vida de todos os que querem acolher o Senhor: alegria, bondade, oração.
A alegria, constitutiva da experiência cristã, deve estar especialmente presente neste tempo de espera do Senhor. Não é uma alegria que resulta dos êxitos desportivos da nossa equipa, nem do nosso êxito profissional, mas é uma alegria pela presença iminente do Senhor nas nossas vidas, como proposta libertadora. É a certeza da presença libertadora do Senhor que a nossa alegria deve anunciar aos homens nossos irmãos.
EVANGELHO
O Evangelho  (Lc 3,10-18), sugere três aspectos onde essa transformação é necessária:
é preciso sair do nosso egoísmo e aprender a partilhar; é preciso quebrar os esquemas de exploração e de imoralidade e proceder com justiça; é preciso renunciar à violência e à prepotência e respeitar absolutamente a dignidade dos nossos irmãos. O Evangelho avisa-nos, ainda, que o cristão é “baptizado no Espírito”, recebe de Deus vida nova e tem de viver de acordo com essa dinâmica.
“E nós, que devemos fazer?” A expressão revela a atitude correcta de quem está aberto à interpelação do Evangelho. Sugere-se aqui a disponibilidade para questionar a própria vida, primeiro passo para uma efectiva tomada de consciência do que é necessário transformar.
“Não exerçais violência sobre ninguém”… E os actos de violência, que tantas vezes atingem inocentes e derramam sangue ou, ao menos, provocam sofrimento e injustiça? E os actos gratuitos de terrorismo, ainda que sejam mascarados de luta pela libertação? E a exploração de quem trabalha, a recusa de um salário justo, ou a exploração de? E as prepotências que se cometem nos tribunais, nas repartições públicas, na própria casa e, tantas vezes, nas recepções das nossas igrejas? Neste quadro, é possível acolher Jesus?
Ser cristão é ser baptizado no Espírito, quer dizer, é ser portador dessa vida de Deus que nos permite testemunhar Jesus e a sua proposta. O que é que conduz a nossa caminhada e motiva as nossas opções – o Espírito, ou o nosso egoísmo e comodismo?

 

SÁBADO - II SEMANA DO ADVENTO - ANOS PARES - 15 Dezembro 2018

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14Dez2018
| Escrito por Assis

 

SÁBADO - II SEMANA DO ADVENTO - ANOS PARES - 15 Dezembro 2018
Primeira leitura: Ben Sira 48, 1-4.9-11
O livro de Ben Sira relê didacticamente a história de Israel, apresentando uma galeria de ilustres personagens. Entre essas personagens ressalta a do profeta Elias, comparado ao fogo, por causa do seu zelo e da sua paixão pela causa do Deus de Israel. A sua vida foi, de facto, totalmente votada ao serviço de Deus, em cuja presença Elias se mantinha permanentemente (cf. 1 Re 18, 15).
Além da sua ardente pregação para reconduzir o povo a Deus, o retrato traçado por Ben Sira exalta os seus poderes taumatúrgicos, de acordo com a sensibilidade popular da época (w. 2-4). Mas o elogio do profeta atinge o auge na consideração do seu destino especial, o seu arrebatamento pelo fogo (cf. v. 9), visto como uma vitória da vida sobre a morte, alcançada pelo amor de Deus. Elias é pois um incentivo à esperança na vida para além da morte, à bem-aventurança total e definitiva que espera aqueles que, como Elias, «morreram no amor» (v. 11).
Por ter sido arrebatado ao céu, a tradição judaica (cf. Mt 3, 24) espera que regresse, a fim de preparar o povo para a vinda do Messias (v. 10). O Novo Testamento recebe esta tradição judaica do regresso de Elias e vê-a realizada em João Baptista.
Evangelho: Mateus 17, 10-13
Depois da transfiguração, ao descer do monte, Jesus conversa com os discípulos sobre um dos protagonistas da visão: o profeta Elias. Referindo-se às discussões rabínicas sobre a missão de Elias, sobre a verdade e sobre o significado do seu regresso preanunciado por Malaquias (3, 23-24), Jesus declara aceitar a tese daqueles que afirmam a necessidade de uma vinda de Elias antes do Juízo. Por outro lado, Jesus nega toda a visão fantasiosa, divulgada entre o povo, do regresso de Elias, alertando os discípulos para a necessidade de discernirem o plano de Deus, que se revela a seus olhos. Por isso, afirma que Elias já veio, mas foi desconhecido, e que a sua sorte preanuncia a do Filho do homem (v. 12).
Jesus identifica expressamente Elias com o Baptista para convidar o povo à conversão urgente, à cura das relações com as outras pessoas e da relação com Deus. Os discípulos compreendem essa identificação (v. 13). Parece claro que essa identificação não se deduz automaticamente das Escrituras, mas que se revela a quem, dócil à fé, está disposto a acolher a pregação de João, com o insistente convite à conversão e à preparação para o encontro com Aquele que vem. Os discípulos, por momentos, parecem compreender, embora seguidamente voltem a cair na incredulidade (cf. Mt 15, 20).
O elogio a Elias não é feito por um seu contemporâneo, mas por Ben Sirá que viveu muito tempo depois dele. Assim acontece com os profetas. Não se faz caso deles quando vivem. Muitas vezes até são perseguidos e mortos. Só mais tarde são elogiados. Tudo isto porque a sua palavra incomoda, ou não está sempre de acordo com os nossos pontos de vista, ou com as nossas expectativas.
Foi o que aconteceu com Jesus. Os que deviam estar preparados, porque conheciam as Escrituras, usaram-nas para levantar objecções a Cristo: «Não tem Elias que vir primeiro?» Jesus responde: «Elias já veio, e não o reconheceram; trataram-no como quiseram ... Então, os discípulos compreenderam que se referia a João Baptista».
A missão do Baptista enfrenta, de modo análogo à de Elias, dois pontos centrais da minha própria vida: a minha relação com Deus (que me pede para regressar a Ele) e a cura das minhas relações com o próximo.
Devo deixar-me interpelar por João Baptista cuja voz proclamava corajosamente, como fizera o profeta Elias, o direito de Deus sobre a nossa humanidade: só a Ele prestar culto, aderir integralmente à Aliança. Neste sentido, João é, como Elias, um fogo irresistível, um profeta cuja palavra ilumina os meus caminhos e os da minha comunidade, e se ergue como juízo severo contra o pecado, contra toda a infidelidade à Aliança.
O facto de, tanto Elias como João, serem perseguidos pelos poderosos, e incompreendidos pelos seus contemporâneos, alerta-me para o risco de, eu mesmo, me tornar obstáculo ao caminho da Palavra divina, às vezes incómoda e inquietante. Por outro lado, também me recorda que, apesar de todas as oposições, acabará por triunfar.
Fonte: “dehonianos.org/portal/liturgia/”

   

COMEÇOU HOJE, 10.12.18, O RETIRO DO CLERO DIOCESANO DE GURÚÈ

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11Dez2018
Actualizado em 11 Dezembro 2018 | Escrito por Assis

 

Hoje, 10 de Dezembro de 2018, na Casa Diocesana, começou  Retiro anual (Exercícios Espirituais) do Clero Diocesano de Gurúè,
Estão a participar os 32 Padres actualmente presentes na Diocese. O tema do Retiro -"Chamados a testemunhar o Ressuscitado"- está a ser orientado pelo Pe. Tonito José Francisco Xavier  Muannoua, Chanceler da Cúria Diocesana.

-HORÁRIO PARA O RETIRO DO CLERO DIOCESANO DE GURUE

10.12 -14.12.2018

06.30 Horas – Despertar
07.00 Horas – Laudes e Meditação
07.30 Horas – Pequeno-Almoço
09.00 Horas – I Palestra seguida de reflexão pessoal
11.00 Horas - Adoração eucarística
11.45 Horas - Hora Intermédia (Sexta) – Reposição
12.30 Horas – Almoço – Descanso
15.30 Horas –II Palestra seguida de reflexão individual
17.00 Horas – Devoção mariana (Terço individual)
18.00 Horas – Celebração eucarística com Vésperas
19.00 Horas – Jantar
- Recolhimento
- Completas em particular

 

COMEÇOU HOJE, 10.12.18, O RETIRO DO CLERO DIOCESANO DE GURÚÈ

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11Dez2018
| Escrito por Assis

 

Hoje, 10 de Dezembro de 2018, na Casa Diocesana, começou  Retiro anual (Exercícios Espirituais) do Clero Diocesano de Gurúè,
Esstão a participar os 32 Padres actualmente presentes na Diocese. O tema do Retiro -"Chamados a testemunhar o Ressuscitado"- está a ser orientado pelo Pe. Tonito José Francisco Xavier  Muannoua, Chanceler da Cúria Diocesana.

-HORÁRIO PARA O RETIRO DO CLERO DIOCESANO DE GURUE

10.12 -14.12.2018

06.30 Horas – Despertar
07.00 Horas – Laudes e Meditação
07.30 Horas – Pequeno-Almoço
09.00 Horas – I Palestra seguida de reflexão pessoal
11.00 Horas - Adoração eucarística
11.45 Horas - Hora Intermédia (Sexta) – Reposição
12.30 Horas – Almoço – Descanso
15.30 Horas –II Palestra seguida de reflexão individual
17.00 Horas – Devoção mariana (Terço individual)
18.00 Horas – Celebração eucarística com Vésperas
19.00 Horas – Jantar
- Recolhimento
- Completas em particula

   

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