2º FEIRA – XX SEMANA –T C – ANOS PARES - 20 AGOSTO 2018

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17Ago2018
Actualizado em 17 Agosto 2018 | Escrito por Assis

Como Oseias apresentou o seu matrimónio, e Jeremias o seu celibato, Ezequiel apresenta a morte da sua esposa como sinal eloquente de Deus para o seu povo, agora no exílio. São factos da vida que se convertem em oráculos com uma intensidade nova e desusada. Por muito que lhe doa a perda da «alegria dos seus olhos» (v. 16), Ezequiel não usa, por vontade de Deus, sinais exteriores de luto e de dor. Antes de ser esposo, é profeta.

O povo estranha e interroga-se sobre o significado do seu comportamento. A resposta é contundente: o próprio Deus vai profanar o seu santuário, «as delícias dos vossos olhos e a paixão das vossas vidas» (v. 21). Os exilados hão-de meditar em silêncio a tragédia de Jerusalém. Para quê? Para saberem que «Eu sou o Senhor» (v. 24). Em última análise, pretende-se que o povo não se afaste de Deus, tal como Deus não se afasta dele.

Ezequiel, mudo pela dor e pela tragédia, remete-se a um silêncio sereno, atento ao desenvolvimento dos acontecimentos, até que lhe seja comunicada a queda de Jerusalém. Só então voltará a falar, para não mais se calar. Assim termina a primeira parte do livro de Ezequiel, em que o profeta apenas pôde anunciar oráculos cominatórios, que os acontecimentos históricos vieram confirmar.

Evangelho: Mateus, 19, 16-22

O encontro de Jesus com o jovem rico é referido pelos três Sinópticos.

Todo o homem anseia pela vida e felicidade eterna, e todo o homem se interroga sobre o modo para as alcançar. Já os discípulos de João Baptista o interrogaram sobre essa questão (cf. Lc 3, 10). No dia do Pentecostes, os ouvintes de Pedro hão-de fazer-lhe a mesma pergunta (cf Act 2, 37). No nosso texto, é um jovem que anda à procura, que quer fazer algo para alcançar a vida eterna. Jesus fica agradado com a sua boa vontade e, pouco a pouco, procura orientá-lo.

Com a pergunta: «Porque me interrogas sobre o que é bom? Bom é um só» (v. 17), Jesus insinua que, procurar a vida eterna é, ao fim e ao cabo, procurar Alguém, que tem um rosto concreto, e não algo de abstracto. Posto isto, Jesus indica-lhe o tradicional caminho da prática dos mandamentos. O jovem não fica satisfeito com essa resposta demasiado óbvia, e até estava convencido de sempre ter «cumprido tudo isso» (v. 20).

Procurava, pois, algo mais. Então, Jesus lança-lhe uma proposta: «Se queres ser perfeito…» (v. 21). Jesus aprecia a boa vontade, o esforço de quem quer ir mais longe. Já tinha apontado uma meta sem limites, ao dizer: «sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste» (Mt 5, 48).

O caminho para essa meta é dar tudo aos pobres e pôr-se a seguir Jesus. É o que o «Mestre» diz ao jovem, porque os bens, quando não são partilhados com os pobres, afastam o homem do Bem supremo, que é Deus: «onde está o teu tesouro, aí está o teu coração» (Mt 6, 21). Para seguir a Cristo, é preciso ter o coração no lugar certo. Não era o caso deste jovem, que tinha muitos bens, e se foi embora triste (cf. v. 22).

Ezequiel perde a sua mulher. Não sabemos o que a leva à morte, mas sabemos que, por inspiração de Deus, o profeta não manifesta a sua aflição, não põe luto. O Senhor dissera-lhe: «Suspira em silêncio, não guardes o luto habitual pelos defuntos; conserva o turbante na cabeça, calça as sandálias, não cubras o rosto e não comas pão ordinário» (v. 17).

O drama familiar de Ezequiel devia servir de sinal profético. O povo interroga-o sobre um comportamento considerado estranho, e o profeta responde: «O Senhor vai profanar o seu santuário, o orgulho da vossa força, as delícias dos vossos olhos e a paixão das vossas vidas. Os vossos filhos e filhas que deixastes cairão ao fio da espada» (v. 21). E nem sequer tereis oportunidade para fazer luto: «Com o turbante na cabeça e as sandálias calçadas, não vos lamentareis e não chorareis» (v. 23).

Ezequiel era sinal dessa tragédia, em que não haveria tempo para chorar: a destruição de Jerusalém e do templo, e a partida para o exílio. Os hebreus tinham uma enorme paixão pelo templo, casa de Deus, sacramento da aliança nupcial de Deus com o seu povo.

Ao anunciar a sua profanação e destruição, Deus tem uma intenção positiva, anunciada no fim do nosso texto: «Então, reconhecereis que Eu sou o Senhor Deus» (v. 24). Com a catástrofe, Deus quer tornar possível a conversão.

De facto, depois da destruição de Jerusalém e do templo, e da deportação para Babilónia, os hebreus recordaram as palavras de Jeremias e de Ezequiel, que tudo tinha predito, meditaram nessas profecias e alcançaram a graça da conversão. Reconheceram as suas culpas e compreenderam a intenção divina de perdoar e recomeçar tudo, numa nova relação de aliança, mais íntima e profunda.


Também nós somos chamados a reler as Escrituras, especialmente em situações de provação e sofrimento. Paulo escreve:

«Estas coisas aconteceram-lhes para nosso exemplo e foram escritas para nos servir de aviso, a nós que chegámos ao fim dos tempos» (1 Cor 10, 11); «A verdade é que tudo o que foi escrito no passado foi escrito para nossa instrução, a fim de que, pela paciência e pela consolação que nos dão as Escrituras, tenhamos esperança» (Rm 15, 4).

A palavra de Deus, mesmo quando muito severa, é sempre causa de esperança, porque abre perspectivas positivas, depois da necessária purificação. Os hebreus exilados tiveram ocasião de ver o rosto de Deus no sofrimento. O jovem rico, pelo contrário, por sua iniciativa, e cheio de zelo, procura o caminho que leva à vida eterna, e pede conselho sobre o que é bom, e sobre o que deve fazer para a alcançar.

As leituras de hoje apontam dois caminhos de «transcendência»:

a).Um que parte de baixo, quando o homem, ao bater no fundo da miséria, experimenta a sua fraqueza, mas também a presença misteriosa de Deus que o sustenta e ergue;

b). Outro que parte do alto, quando o homem descobre que é capaz de ir mais longe, de ir além do obrigatório, experimentando a graça de Deus, que o anima e impele a dar um salto de qualidade.

A vida do homem é um cruzar de altos e baixos, de avanços e retrocessos, de êxitos e de quedas, de entusiasmos e depressões. Mas Deus está em cada momento e em cada situação, sempre pronto para o encontro que nos pode transformar e salvar.

Tudo é obra de amor. Também o sofrimento, colhido na sua profundidade, é uma experiência de amor. Se for vivido com Cristo crucificado, o sofrimento é ocasião, não só de purificação dolorosa, mas de abertura à acção do Espírito, de puro abandono, de união amorosa à Vítima divina. Então, o tempo do sofrimento, em que tudo é tão frágil e caduco, torna-se uma interiorização no ser profundo da pessoa, um encontro e comunhão com uma Presença misteriosa que nos ama.

Fonte: Adaptação de um texto de: “Dehonianos.org/portal/liturgia/”

 

20º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B - 19 AGOSTO 2018

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17Ago2018
| Escrito por Assis

 

20º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B - 19 AGOSTO 2018

A liturgia do 20º Domingo do Tempo Comum repete o tema dos últimos domingos: Deus quer oferecer aos homens, em todos os momentos da sua caminhada pela terra, o “pão” da vida plena e definitiva. Naturalmente, os homens têm de fazer a sua escolha e de acolher esse dom.

A primeira leitura– Prov 9,1-6 - oferece-nos uma parábola sobre um banquete preparado pela “senhora sabedoria” para os “simples” e para os que querem vencer a insensatez. Convida-nos à abertura aos dons de Deus e à disponibilidade para acolher a vida de Deus (o “pão de Deus que desce do céu”).

O que está aqui em causa é, portanto, a questão das opções de vida.

O problema das escolhas correctas é o problema que mais nos angustia e inquieta, ao longo da nossa caminhada pela vida. A Palavra de Deus que nos é proposta contém um convite inquestionável a irmos ao banquete da “senhora sabedoria”, a alimentarmo-nos dos seus dons, a abrirmos o coração às suas propostas. É esse o caminho da verdadeira realização e da verdadeira felicidade.

Para nós, crentes, o encontro com a “senhora sabedoria” passa pela escuta de Deus e dos seus planos, pela entrega confiada nas mãos de Deus, pela obediência radical às propostas de vida que Deus nos faz. Não poderemos chegar à nossa realização plena ignorando Deus e as suas propostas.

A segunda leitura – Ef 5,15-20 - a lembra aos cristãos a sua opção por Cristo (aquele Cristo que o Evangelho de hoje chama “o pão de Deus que desceu do céu para a vida do mundo”). Convida-os a não adormecerem, a repensarem continuamente as suas opções e os seus compromissos, a não se deixarem escorregar pelo caminho da facilidade e do comodismo, a viverem com empenho e entusiasmo o seguimento de Cristo, a empenharem-se no testemunho dos valores em que acreditam.

O viver como “filhos da luz” implica ainda, na perspectiva de Paulo, a oração, o louvor, a acção de graças. Um crente que tem Deus como a coordenada fundamental da sua existência e que se sente chamado a fazer parte da família de Deus é um crente que vive em diálogo contínuo com Deus. É nesse diálogo que ele percebe os planos e os projectos de Deus para si próprio e para o mundo e encontra a coragem para percorrer o caminho da fidelidade e do compromisso. Consigo encontrar tempo e disponibilidade para falar com Deus, para escutar as propostas que Ele me apresenta? Estou consciente dos dons de Deus e respondo-Lhe com o louvor e a acção de graças?

No Evangelho   – Jo 6,51-58, Jesus reafirma que o objectivo final da sua missão é dar aos homens o “pão da vida”. Para receber essa vida, os discípulos são convidados a “comer a carne” e a “beber o sangue” de Jesus – isto é, a aderir à sua pessoa, a assimilar o seu projecto, a interiorizar a sua proposta.

A Eucaristia cristã (o “comer a carne” e “beber o sangue” de Jesus) é um momento privilegiado de encontro com essa vida que Jesus veio oferecer.
A Eucaristia: uma das formas privilegiadas de Jesus continuar presente, no tempo, a “dar vida” ao mundo é através do “pão” que Ele distribui à mesa da Eucaristia. A Eucaristia que as comunidades cristãs celebram não é um rito tradicional a que “assistimos” por obrigação, para acalmar a consciência ou para cumprir as regras do “religiosamente correcto”; mas é um encontro com esse Cristo que Se faz “dom” e que vem ao nosso encontro para nos oferecer a vida plena e definitiva. Como é que eu “sinto” a Eucaristia? Que importância é que ela assume na minha vida e na minha existência cristã?

Participar no encontro eucarístico, “comer a carne” e “beber o sangue” de Jesus é encontrar-se, hoje, com esse Cristo que veio ao encontro dos homens e que tornou presente na sua “carne” (na sua pessoa física) uma vida feita amor, partilha, entrega, até ao dom total de si mesmo na cruz (“sangue”). Participar no encontro eucarístico, “comer a carne” e “beber o sangue” de Jesus, é acolher, assimilar e interiorizar essa proposta de vida, aceitar que ela é um caminho para a felicidade, para a realização plena do homem, para a vida definitiva.

Sentar-se à mesa da Eucaristia é também identificar-se com Jesus, viver em união com Ele. Na Eucaristia, o alimento servido é o próprio Cristo.

Finalmente, o “comer a carne” e “beber o sangue” de Jesus implica um compromisso com esse mesmo projecto que Jesus procurou concretizar em toda a sua vida, em todos os seus gestos, em todas as suas palavras. Como Jesus, o crente que celebra a Eucaristia tem de levar ao mundo e aos homens essa vida que aí recebe… Tem de lutar, como Jesus, contra a injustiça, o egoísmo, a opressão, o pecado; tem de esforçar-se, como Jesus, por eliminar tudo o que desfeia o mundo e causa sofrimento e morte; tem de construir, como Jesus, um mundo de liberdade, de amor e de paz; tem de testemunhar, como Jesus, que a vida verdadeira é aquela que se faz amor, serviço, partilha, doação até às últimas consequências. Se a Eucaristia for, de facto, uma experiência profunda e sentida de adesão a Cristo e ao seu projecto, dela resultará o imperativo de uma entrega semelhante à de Cristo em favor dos nossos irmãos e da construção de um mundo novo.

Fonte: Resumo e adaptação local de um texto de: “dehonianos.org/portal/liturgia/”

   

SÁBADO – XIX SEMANA –TEMPO COMUM – ANOS PARES - 18 AGOSTO 2018

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17Ago2018
| Escrito por Assis

 

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XIX SEMANA –TEMPO COMUM – ANOS PARES - 18 AGOSTO 2018

Primeira Leitura: Ezequiel, 18, 1-10.13.30-32

O grande tema de Ez.18 é o da «responsabilidade pessoal». Ezequiel mostra-se pastor, teólogo, sacerdote e profeta. Como que recapitula as leis do culto, as leis morais, os ensinamentos e cerimónias do templo, as reflexões deuteronómicas e as proclamações proféticas.

Ezequiel mostra-se filho da tradição judaica. Para compreendê-lo melhor, temos de nos situar nos anos de exílio, após a queda de Jerusalém. Não há que procurar desculpas para os pecados próprios, nem que atribuir culpas a outros, como alguns faziam, apoiando-se em textos da Escritura (Dt 5, 9; 29, 18-21; Ex 20, 5), ou em provérbios como os que o profeta cita (18, 2): cada um é responsável pelos seus actos, e receberá, por eles, a devida retribuição.

Ainda que, desde o princípio se conhecesse uma responsabilidade individual (cf. Gn 18, 25), predominava o conceito da responsabilidade colectiva (Js 7). Ezequiel torna-se o teórico da responsabilidade individual, contra o fatalismo dos que diziam: de que vale converter-nos, se pagamos as culpas dos nossos antepassados? O profeta mostra como a Lei apela à responsabilidade pessoal. A salvação de cada um não depende dos seus antepassados, nem dos seus vizinhos (18, 10-18), nem do próprio passado (vv. 21-23). Quem foi mau, pode converter-se e alcançar a vida (vv. 30-32).

Evangelho: Mateus 19, 13-15

Na época de Jesus, o rito da imposição das mãos e da bênção das crianças era frequentemente usado. Faziam-no os pais, mas também os rabinos famosos, a quem se pedia a bênção. É nesse contexto que se deve entender o episódio narrado hoje por Mateus, e que não deve ser confundido com o que ouvimos na terça-feira passada. Aí tratava-se do apelo à conversão, que exige tornar-se como crianças. Aqui fala-se de Jesus. Perante o “zelo” dos discípulos, Ele manifesta a intenção de não afastar ninguém do Reino. Quando diz «delas» (v. 14b), não se refere à idade, mas quer evidenciar «os que se assemelham a elas». Na antiguidade, as crianças não eram consideradas significativas na sociedade. Mas Jesus faz delas privilegiadas no reino de Deus, admite-as com agrado na comunidade cristã.

A atitude dos discípulos em querer afastar as crianças revela a sua falta de compreensão pelo ministério de Cristo. Jesus é Aquele que acolhe os pequenos para lhes oferecer o Reino. A imposição das mãos sobre as crianças e a oração é um gesto de bênção (vv. 13.15). Mas é também um sinal de que a salvação é comunicada a todos os que podem identificar com elas: os pequenos, os pobres, os humildes…

A Bíblia apresenta-nos uma forte solidariedade na família, na tribo, no povo. Deus declara a Moisés que o seu favor, sobre aqueles que observam os mandamentos, se estende por mil, enquanto castiga a culpa dos pais nos filhos, e nos filhos dos filhos, até à terceira e quarta geração (cf. Ex 20, 5-6; 34, 7).

As nossas acções incidem sobre a vida do próximo. Mas Deus faz que prevaleça a incidência do bem sobre a do mal. Mas, esta última não deixa de impressionar. Os hebreus exprimiam-na com o provérbio citado por Ezequiel: «Os pais comeram uvas verdes e os dentes dos filhos é que ficaram embotados» (v. 2). Por isso, achavam que não valia a pena converter-se e viver na justiça, porque tinham de sofrer os castigos merecidos pelas culpas de outros.

Ezequiel combate essa mentalidade, afirmando claramente o princípio da responsabilidade individual: «Eu vos julgarei a cada um – diz o Senhor – segundo a sua maneira de agir, casa de Israel – oráculo do Senhor Deus» (v. 30).

E o profeta explica que o justo, aquele que observa os mandamentos, viverá: «Mas se ele gera um filho violento e sanguinário e que faz alguma destas coisas que o pai não fazia… esse filho não viverá» (vv. 10.13), apesar dos méritos do pai. De modo inverso, se um pai praticar o mal, será ele o castigado, e não o filho, se for bom.

E Ezequiel conclui: «Convertei-vos e afastai-vos dos vossos pecados; que não haja mais entre vós ocasião de pecado» (v. 30). Vale a pena converter-se, porque Deus é justo, e não castiga quem não cometeu o mal. Esta certeza, porém, não nos há-de levar ao isolamento individualista. Jesus lutou contra essa atitude e ensinou-nos a solidariedade com todos, também com os pecadores. Cristo assumiu a dor, o pecado, a desolação dos homens, na solidariedade do sacerdócio universal (cf. Heb 5, 9.10.14).

Fonte: Resumo e adaptação local de um texto de “Dehonianos.org/portal/liturgia”.

 

NOVA NOMEAÇÃO DO SR. NUNCIO APOSTÓLICO EM MOÇAMBIQUE JUNTO DO PAPA FRANCISCO

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15Ago2018
Actualizado em 15 Agosto 2018 | Escrito por Assis

Recebemos da Nunciatura Apostólica em Moçambique o seguinte comunicado:

A Nunciatura Apostólica em Moçambique apresenta as suas cordiais saudações a Vossa Excelência Reverendíssima e, com muita alegria, comunica que Sua Santidade o Papa Francisco às 12 horas de hoje ~, 15 de Agosto 2018(hora local), Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria ao Céu, nomeou S.E.R. Dom Edgar Peña Parra, até ao presente Núncio Apostólico em Moçambique, Substituto para os Assuntos Gerais da Secretaria de Estado, cargo que desempenhará a partir do próximo dia 15 de Outubro, no Estado da Cidade do Vaticano.

Esta Nunciatura Apostólica unindo-se, em obediência e fidelidade, ao Santo Padre, deseja convidar Vossa Excelência Reverendíssima para a Solene Concelebração Eucarística de despedida, que S.E.R. Dom Edgar Peña Parra presidirá no dia 8 de Setembro, Sábado, às 16.00 horas, na Igreja de Santo António da Polana, Paróquia do mesmo nome, (Avenida Kwame Nkrumah, Maputo).


            Terminada a Santa Missa, S.E.R. Dom Edgar Peña Parra terá o prazer de saudar e estar com os Excelentíssimos convidados, durante a recepção, que terá lugar nos espaços adjacentes à Igreja.

Peço a Vossa Excelência Reverendíssima a cortesia de levar esta notícia e convite ao conhecimento ao clero diocesano e religiosos da Diocese, bem como aos missionários, às religiosas e à inteira comunidade diocesana. Desde já ficamos muito agradecidos também a todos aqueles que, não podendo estar presentes, se unirão às nossas orações pelo Santo Padre Francisco.


Aguardando poder-nos encontrar pessoalmente para vivermos este momento de comunhão e de agradecimento, reitero as minhas saudações em Nosso Senhor, pedindo para acompanhar, na oração, S.E.R. Dom Edgar Peña Parra, no início deste novo ministério confiado à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e de Paulo VI, cuja canonização se avizinha.

Sac. Cristiano Antonietti
encarregado de Negócios a.i.

   

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